Para a lista: Parque do Carmo

De acordo com a meteorologia, o sábado que vem será abençoado por mais chuva. Ótimo para as represas paulistas, péssimo para os meus planos de desbravar a Cantareira!

Tudo bem: o final de semana ainda está longe e São Pedro pode mudar de ideia até lá. Mas um plano B é sempre bem vindo.

Com isso em mente, abri o Google Maps e fiquei buscando manchas verdes no mapa de Sampa. Cortei as que já conheço: Ibirapuera, Horto, Villa-Lobos, Pico do Jaraguá, Parque do Povo, Ipiranga, Aclimação, Jardim Botânico, Luz, Água Branca… foi até inspirador notar que já conheço tanto parque na cidade!

Aí notei uma mancha grande, lá na Zona Leste, que nunca tinha passado pela minha cabeça: o Parque do Carmo.

Pesquisei.

Tem de tudo: trilhas, circuitos pavimentados, gramadões e muitos, muitos hectares de puro verde. E o melhor: abre a partir das 5:30, sem esse negócio de fechar quando estiver chovendo.

Peguei ainda algumas fotos na Web, que coloco abaixo, apenas para me certificar de que vale a pernada. E vale.

Não vou dizer que o Carmo se transformou em meu plano A: ainda estou doido de curiosidade para me enfiar na Cantareira, principalmente depois de degustá-la, de leve, por meio das cercas furadas no Horto.

Mas também não vou dizer que seria um plano B melancólico.

Resultado: faça sol ou faça chuva, o sábado me reserva 4 horas de trilhas novinhas em folha!

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Trilha Urbana: Aclimação, Ipiranga e Rua dos Lavapés

Trilhas, na cidade ou na montanha, são essencialmente caminhos para algum destino qualquer.

O destino até pode se repetir incontáveis vezes, mas é a beleza de se poder alternar esses caminhos que faz as trilhas sempre únicas.

Hoje foi dia de voltar ao Ipiranga – claro, por um novo caminho. Ao invés do centro, subi e segui pela Paulista até descer pela Aclimação. Cortei ruas, subi e desci ladeiras e descobri novos esconderijos paulistanos – todos já com aquele tom de cidade de interior pintado pelo domingo.

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De repente, no topo de uma ladeira, lá estava o Palácio. Entre seus jardins e o monumento, uma pequena feitinha se organizava para dar mais cor à cena.

Com isso, céu azul turquesa de mesclava ao amarelo do Palácio, ao cinza do monumento e ao verde dos jardins. Baita cena incrível.

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Dei uma volta, aproveitando o “exótico” percurso de bambus atrás do Palácio e, na volta, cruzei até o monumento. Vi uma escada escondida levando para baixo e desci: lá uma porta cinza, pichada, apenas deixava claro que guardava em seu interior os restos mortais de D. Pedro I. Ainda bem que se trata de um mausoléu: se fosse sua casa em vida, certamente ele ficaria bem contrariado!

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No retorno para casa, segui pela Av. D. Pedro I, toda alinhada com árvores e pequenas casas. Segui rumo à Aclimação, bairro que dividia as zonas rurais e urbana da cidade. A rua que servia de “fronteira” abarcava o hábito das pessoas lavarem seus pés antes de adentrarem pela cidade. Não é à toa que acabou batizada de Rua dos Lavapés, normalmente pouco convidativa mas, aos domingos, bucolicamente bonita e margeada por casas tão coloridas quanto abandonadas.

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De lá, cheguei à região da Liberdade apenas para ver alguns japoneses idosos caminhando até algum local importante, a julgar pelas feições. Como essa cidade é plural!

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A corrida, no entanto, tinha hora para terminar. Depois de pouco menos de 20km, estava na Paulista. Chegava em casa inteiro e absolutamente inspirado pela trilha em plena metrópole.

Checkpoint: Mudanças no treino

O corpo nem sempre obedece o calendário gregoriano.

Na prática, meu mês de descanso foi novembro, pontuado por corridas leves e até mesmo desleixadas para compensar uma temporada dura, pontuada por Comrades, Indomit Bombinhas e Douro Ultra Trail e fechada com a duríssima Maratona de São Paulo em outubro.

Pois bem: descansei.

Dezembro é mês de sol, de calor e de algum alívio no trabalho: meu treinador tem aproveitado isso ao máximo agora. De maneira geral, as rotinas se dividem em duas:

  1. Treinos de qualidade, como tempos, intervalados e tiros, 3 vezes por semana
  2. Longões leves, mas cada vez mais longos, nos finais de semana

E devo dizer que estou achando a rotina perfeita: ela aumenta minha velocidade e, ao mesmo tempo, me permite passar as horas em trilhas que tanto amo em dias onde o tempo costuma passar mais devagar.

Foi por conta desse roteiro que comecei a desbravar São Paulo, percorrendo a região da Pinacoteca, o Ipiranga, o Jardim Botânico e o Horto, para ficar apenas em algumas. Na prática, é como se uma nova cidade se apresentasse cada sábado e domingo para mim. Perfeito.

Nesse final de semana, especificamente, correr o Horto e fazer novamente o Ipiranga acabou acrescentando uma altimetria maior do que a média, superando os 1.000m. Ultimamente, ganho altimétrico tem sido uma métrica quase tão importante quanto distância e pace para mim: é o maior teste de resistência para ultras que, afinal, costumam ser corridas em montanhas. Mil metros pode não ser nada, por exemplo, perto dos 4,5 mil da Douro Ultra Trail e de tantas outras – mas é um bom treino.

E, no total, essa soma de bons treinos em locais impensavelmente novos tem dado um gás novo para mim nesse final de ano.

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Trilha Urbana: Pelo Horto

O incrível de cidades grandes como São Paulo é que elas nunca param de surpreender.

Hoje, meu plano era ir ao Parque da Cantareira e fazer 3 horas de trilhas por lá, desbravando matas e absorvendo vistas. Não deu: assim que saí do carro fui informado de que, por conta da garoa que insistia em cair, o parque não abriria hoje.

Plano B: Horto Florestal.

Não conhecia o Horto mas sabia que ficava a cerca de 500 metros da Cantareira. Fui até lá e entrei.

Primeira impressão: o lugar é lindo. Verde, cheio de sons vindo do céu e de dentro da mata e extremamente bem cuidado. A segunda impressão veio quando olhei o mapinha do local: cada volta tinha menos de 3km! Para completar as 3 horas seria necessário dar tantas voltas que, provavelmente, acabaria tonto!

E essa é a parte que a cidade surpreende. Decidi ignorar o traçado e sair guiado apenas pelos pés. No começo, até segui o percurso demarcado – mas por menos de 5 minutos. Avistei algumas entradas escondidas: entrei.

Descobri trilhas escondidas – algumas, confesso, parte do vizinho Parque da Cantareira desvendadas por fendas em trechos das grades o separa do Horto. Fui assim mesmo, embora com mais cautela.

O único problema é que nenhuma das pequenas trilhas tinha qualquer tipo de demarcação – algo meio complicado para quem tem un senso de localização tão ruim quanto o meu.

Mas, ainda assim, elas eram pequenas e fáceis de encarar.

Na saída, decidi sair do Horto e dar voltas por fora, pela região. Ideia ótima para somar quilômetros e que acabou sendo repetida mais uma vez, mas que deixou saudade da mata. Cheguei até a esticar um pouco pela Estrada de Santa Inês, rumo ao Velhão, mas desisti depois que o acostamento desapareceu e o perigo aumentou. Não estava lá para isso.

Resumo: correr no Horto foi como descobrir uma mini selva dentro de São Paulo – e aproveitá-la ao extremo.

Amei o lugar – mas, na semana que vem, espero que o tempo colabore para que eu possa descobrir a Cantareira!

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As luzes do Ibirapuera

Fazia algum tempo que eu não corria à noite: a última vez já deve fazer pelo menos um mês, antes das luzes de Natal se instalarem no Ibirapuera.

Ontem, no entanto, foi dia de intervalados – e a manhã atribulada acabou empurrando a planilha para depois das 20:00.

Para falar a verdade, eu nem me lembrava que o Ibira estava iluminado: o sol do verão, às vezes, nos faz esquecer que a noite sequer existe. Mas foi só eu me aproximar do parque e, de repente, músicas começaram a ecoar pelos céus, animando um show de águas nas fontes para uma plateia que persistia presente, teimosa, ignorando a garoa fina que caía. E isso tudo com milhares de luzes pintando as árvores ao fundo.

Na mesma hora eu desliguei o podcast e fiquei ali, absorvendo o clima a cada passo. Normalmente eu gosto do silêncio que acompanha corridas nas horas extremas do dia, seja no começo da manhã ou noite adentro – mas o barulho bem orquestrado de ontem foi muito, muito bem vindo.

O ano – ainda bem – está acabando.

Ele está levando consigo, sem dó, cada gota de energia que eu havia reservado para 2014: mas a cena de ontem ajudou a me dar pelo menos mais algum impulso para chegar inteiro ao dia 31.

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Update da Ultra Estrada Real

Estamos já oficialmente no final do ano – momento perfeito para planejar o calendário de corridas do ano que vem.

E, nesse espírito, a Ultra Estrada Real – uma corrida não oficial e autosuficiente – já está com quase 30 corredores “inscritos”, dispostos a percorrer os 88km que separam Santa Bárbara de Ouro Preto, em Minas Gerais.

Nunca é demais repetir: essa não é uma prova oficial, o que significa que não conta com postos de apoio, staff médico, medalha ou qualquer outra “regalia”. É apenas um encontro entre apaixonados por ultras que estão buscando desafios um pouco diferentes dos tradicionais. Isso está postado aqui no blog, na área específica que fala sobre a corrida, e também espalhado por posts diversos – e não é por outro motivo, claro, que a participação é inteiramente gratuita. Todos nós cuidaremos dos nossos próprios gastos, afinal.

Mas parte da aventura inclui conhecermos uns aos outros – tarefa que será desempenhada aos poucos, ao longo do tempo. Por hora, vale dar uma olhada na origem desse grupo que está se formando e no tempo de conclusão que cada um está prevendo para si:

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Primeira observação: há uma concentração grande de corredores com tempos entre 9 e 12 horas. Faz sentido: considerando que o terreno não é exatamente tenso como Chamonix, são os que já tem alguma experiência nas pernas.

O que me preocupa um pouco é o grupo de corredores que pretende passar mais de 18 horas no percurso. Honestamente, eu os desaconselharia a fazer a corrida e recomendaria uma mais oficial, com infraestrutura à disposição. 18 horas de prova significa largar e sair em plena escuridão, algo especialmente complicado para trilhas sem postos de abastecimento.

Mas, claro, a estrada real é livre e todos podem percorrê-la desde que tenham vontade – e é essa palavra a que mais importa em uma ultra como essa!

O Tempo

Levou algum tempo para que eu percebesse o motivo real de passar tanto tempo correndo nas ruas e trilhas.

A grande maioria dos corredores que conheço deu os seus primeiros passos por saúde, originalmente amaldiçoando cada instante em que o despertador gritava pela manhã. Mas saúde, por mais importante que seja, é insuficiente para manter alguém nas ruas – principalmente quando as longas distâncias vão ficando cada vez mais longas.

Quando me inscrevi em minha primeira prova de 5K, um passado inteiro de más notícias e sobrepeso pareceu ter ficado para trás, como se eu tivesse me transformado em um outro ser que, até então, existia apenas no imaginário.

Mas aí os 5K viraram 10; os 10, 16; os 16; 21; os 21, 42; e os 42 se perderam em distâncias maiores por terrenos que nem sabia possíveis.

As distâncias foram me dando tempo livre, tempo para mim mesmo e para a minha própria solidão. Foram me ensinando calma, perseverança e mostrando aos olhos paisagens que não imaginava que existissem fora da TV.

E assim, de repente, comecei a me entender melhor.

Saúde? Não dá para dizer, honestamente, que correr 16 horas sem parar pelas montanhas, sentindo náuseas e dores em músculos que sequer se conhece, seja algo saudável. Ao menos não para o corpo.

Mas depois de 3 anos e 10 mil quilômetros rodados, depois de ter perdido meio fígado em uma cirurgia mais longa que a minha mais longa ultra, depois de virar pai e de enfrentar tantos desafios na vida pessoal e profissional… bem… tudo pareceu mais claro.

E, hoje, tudo se traduz em uma só palavra: Tempo.

Afinal, é ele que mais aproveitamos ao nos enfurnarmos em nossa própria mente por horas a fio durante corridas; é ele que parece se ampliar a cada nova experiência que temos, a cada nova paisagem nas trilhas ou cidades; é com ele que aprendemos a lidar melhor com cada nova dificuldade imposta ao corpo, seja por lesão ou puro cansaço, e à mente.

Não temos, afinal, como prolongar os nossos relógios e fazer dias virarem meses para que vivamos indefinidamente; mas temos, com certeza, como aprender a extrair de cada minuto toda a intensidade que ele pode carregar.

E correr, no mínimo, nos vicia isso.

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Parque Estadual da Cantareira?

Na busca pela aventura do próximo sábado, me deparei com fotos do Parque Estadual da Cantareira.

A 10km da Sé, aproximadamente, o que faz dela perfeita para um longão de 3 horas. Ainda não sei se vou correndo de casa ou se vou de carro até lá e aproveito mais tempo no verde – tudo depende da segurança do percurso.

Mas, pelo que li, há trilhas incríveis, vistas deslumbrantes, cachoeiras, mata atlântica preservadíssima e tudo o que se pode desejar em um treino mais aventureiro. Aliás, os elogios na rede são tantos que fiquei pensando como a Cantareira nunca sequer cruzou a minha mente!

Bom… agora é planejar um pouco mais. E torcer para me esbarrar em cenas como as das fotos abaixo:

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Checkpoint semanal: 80K com explorações pela cidade

Na semana retrasada eu combinei comigo mesmo que me dedicaria mais a treinos de velocidade do que a passar longas horas na rua, o que estava nitidamente comprometendo meu pace. E não pretendo descumprir isso, claro – mas minha planilha para essa semana, ironicamente, estava inteiramente tomada por longões.

Verdade seja dita, terça, quarta e quinta continham intervalados e tempo runs que foram devidamente cumpridos. O da quarta, que tinha dois tempos de 20 e 30 minutos cada em meio a duas horas de corrida, foi especialmente perfeito por mesclar objetivo com prazer.

Na quinta, porrada pura que me exauriu por completo… até o sábado.

Ontem foi dia de desbravar São Paulo e o percurso pelo Jardim Botânico foi inspirador. Devo confessar que essa onda de marcar um ponto relevante diferente da cidade toda semana e inserir o longão em torno dele está mudando a forma com que treino. Sim: a pausas para fotos que decididamente comprometem os meus indicadores; mas, por outro lado, isso traz um ar de exploração inerente a esse esporte que, até então, eu achava impossível de encontrar em percursos urbanos.

Ainda não vi as planilhas da semana que vem mas tenho duas certezas: elas provavelmente serão mais intensas e menos extensas e conterão algum lugar novo, ainda a ser definido, que me aguarda aqui em Sampa.

Até lá, hora de descansar desses 80K que rodei desde a terça – algo que, independentemente de qualquer planilha, estava já com saudades de fazer.

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Trilha Urbana: da Paulista ao Jardim Botânico

Há cerca de 1 ano, levei minha filha para o zoológico de São Paulo. Ela, obviamente, amou – mas o que mais me chamou a atenção foi o vizinho Jardim Botânico, que desfilava ao lado da avenida um corredor gigante de palmeiras imperiais guiando os olhares para lagos e bosques aparentemente infinitos.

Com essa cena em mente, me mandei hoje até lá, correndo desde casa. O caminho não é exatamente belo: depois da subida da Bela Cintra e virada à direita na Paulista, é praticamente uma reta. Com pessoas apressadas já no sábado cedo, desviar os obstáculos humanos era o mais complicado.

Lá pela região da Praça da Árvore desci uma transversal e comecei a cortar por dentro, rumo à Rodovia dos Imigrantes. Não é a região mais atrativa, mas o pace aperta naturalmente quando passamos por favelas e sob pontes usadas como pontos de crack. Corri bem nesses trechos.

E, em meio ao que mais parecia grupos de zumbis, pichações e muito cinza, de repente aparece o majestoso Jardim Botânico.

Grande, imponente, verde e já com uma pequena fila de japoneses municiados com suas câmeras ansiosos por desbravar o oásis paulistano.

Certamente conseguiram o que foram buscar: já na entrada, uma passarela suspensa de madeira abre caminho para uma multidão de espécies de plantas, algumas habitadas por aves diferentes e macacos.

Saí caçando algumas trilhas que encontrei facilmente, margeando lagos e cenas que mais pareciam de filme.

Em um dado momento, me vi na nascente do Ipiranga – ponto que, mesmo seco por conta da estiagem, tem um valor simbólico importante.

Segui pela trilha, entrei mata adentro, subi e desci. Só beleza.

No caminho da saída, me deparei com a avenida de palmeiras imperiais que estava presa em minha memória e a percorri inteira. Perfeita.

Mas, como tudo na vida, há hora para acabar.

Tomei o caminho de volta para casa tomando o cuidado de cortar os trechos mais tensos de favela, o que acabei conseguindo. No caminho, apenas uma pausa para foto de uma igreja em estilo gótico no meio da Jabaquara e pronto: foi só descer à região do Ibirapuera, pegar a Brasil e voltar para casa.

Essa trilha urbana foi diferente das últimas no sentido de que só o ponto de destino foi realmente bonito. Diferente de cortar o centro, pontilhado por surpresas arquitetônicas e históricas em cada esquina, o caminho até o Jardim Botânico foi essencialmente feio e com alguns pontos perigosos.

Mas oásis são isso mesmo, certo? Pontos paradisíacos cercados por paisagens áridas. E, no final das contas, foram 30km que valeram muito, muito a pena!

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Entrada do Jardim Botânico

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Lago no Jardim Botânico

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Lago no Jardim Botânico

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Escadaria em uma das laterais do Jardim Botânico

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Alameda Von Martius, no Jardim Botânico

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Lago com trilha ao fundo, Jardim Botânico

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Lago em uma das extremidades do Jardim Botânico

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Trilha próxima à nascente do Ipiranga, no Jardim Botânico

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Vista da Alameda Von Martius, Jardim Botânico

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Igreja Nossa Senhora da Saúde

Percurso no Strava

Percurso no Strava