Garmin, estou pedindo demais?

Adivinha o que ainda não chegou? Pois é… O Garmin Fenix 2 que comprei e que desenvolveu o hábito de desligar durante longões e que mandei para a garantia da Garmin em 19 de novembro.

Prazo oficial de retorno: 30 dias.

Data em que estamos: 8 de janeiro. Já batemos os 50 dias e o relógio ainda não foi sequer postado de volta por eles.

Pior: o atendimento via Portal de Reparos agora passou a ser vago e a evitar respostas mais práticas (e úteis). Tenho cobrado uma data ao longo desta semana inteira deles. Os retornos? Veja abaixo:

  
   

   
 O que fazer senão aguardar e reclamar do desrespeito? Enfim… esse é um post mais de desabafo.

Quem quiser ler a minha “jornada completa” na busca pelo suporte da Garmin pode clicar aqui: https://rumoastrilhas.com/2016/01/04/sofrendo-com-a-incompetencia-da-garmin/

E quem quiser comprar um GPS de pulso, insisto: ache outra marca.

Sofrendo com a (incompetência da) Garmin

Logo depois que postei aqui no blog que comprei o Fenix 2, da Garmin, um mundo de amigos me deu os pêsames e desejou, do fundo do coração, que eu não precisasse do suporte deles.

Pois é: precisei.

E pela segunda vez, já que o Forerunner 620 que havia comprado um ano antes também havia dado problema. Curiosamente, a memória curta me fez esquecer a dificuldade que era lidar com o suporte da Garmin.

Bom… agora não esqueço mais.

O problema técnico

Tudo começou quando o Fenix 2 decidiu travar no meio de corridas longas. O mesmo já tinha ocorrido com dois amigos e ambos disseram que esse era um caminho sem volta. Ainda assim insisti: atualizei o relógio, apaguei o histórico, fiz um hard reset etc.

Nada adiantou.

Em corridas curtas, nenhum problema. Mas imagina que delícia é você estar 5 horas adentro de uma ultra, conferir o relógio e, de repente, ver que ele simplesmente não está mais funcionando? Fantástico, não?

Largando na interminável ultramaratona em busca de suporte

Como ele ainda estava na garantia, contatei a Garmin para saber como deveria proceder. Verdade seja dita, a primeira fase do atendimento deles nem demorou tanto: em poucos dias me retornaram com instruções para que eu postasse o equipamento para eles, o que fiz no dia 19 de novembro.

Atentem para a data: 19 de novembro.

Informei isso no portal de suporte da Garmin: a partir da data de envio, eles teriam 30 dias para me devolver o equipamento consertado ou trocado por um novo. Nem comento que esperar 30 dias para ter de volta um equipamento de R$ 2 mil é um absurdo por si só.

Mas vamos lá:

Pelo rastreamento dos Correios, o Fenix 2 foi entregue com sucesso no dia 20 de novembro:

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No portal de reparos da Garmin, no entanto, o status ainda estava marcado como “em envio pelo cliente”.

E por que era importante essa mudança de status? Porque, até que eles demarcassem como recebido, o prazo dos 30 dias não corria. Ou seja: era uma forma da Garmin dar aquela “enganada básica” no consumidor, ganhando tempo ao alegar não ter recebido o produto e, portanto, não ter podido iniciar os reparos.

A troca de mensagens

Reclamei com a Garmin pelo portal de suporte no dia 25, quando o status continuava errado. A resposta que tive do atendente Elton:

Screen Shot 2016-01-04 at 12.22.37 PM

Depois disso, entrei em contato com a Garmin pelo Facebook. Por lá eles foram mais ágeis e me disseram estar com o produto desde o dia 21/11 (o que batia com o rastreamento dos Correios que, diga-se de passagem, não estava em greve). Também disseram que tinham até 21/12 para postar o produto de volta:

Screen Shot 2016-01-04 at 12.31.21 PM

Minha resposta ao atendente Elton, já devidamente dotada de um grau de raiva que deixaria Satanás com inveja:

Screen Shot 2016-01-04 at 12.22.43 PM

Nada de retorno prático. Esperei mais e, no dia 30, o status finalmente mudou para “em reparo”.

A proposta indecente

Dezembro começou e os dias foram se somando. De vez em quando eu entrava no portal para averiguar o status: nada.

Cheguei a perguntar se eu poderia deixar o relógio com eles e pagar a diferença para comprar o Fenix 3, um pouco mais caro e, ao menos de acordo com os reviews na Web, com qualidade maior. Tive uma resposta meio indecente: eles ficariam com o relógio e me dariam um cupom de 20% de desconto na compra de um novo. Fantástico, não?

Obviamente desconsiderei. E esperei.

Eis que, no dia da postagem de volta…

No dia 21/12, data que o atendimento da Garmin no Facebook me garantiu que o relógio seria postado de volta para mim, entrei em contato novamente. Adivinha?

Segundo eles, o reparo só se iniciou em 30/11 e eles tinham até 30/12 para me mandar de volta! Fantástico, não? Ou seja: a minha hipótese deles postergarem a mudança de status para ganhar um tempo a mais, enganando o consumidor, estava devidamente comprovada.

Screen Shot 2016-01-04 at 12.34.22 PM

Novamente, contei até 10 e fui ao Facebook. De início, eles reforçaram a mentira de que haviam recebido o produto no dia 30. Quando mandei os anexos deles mesmos dizendo que estavam com o relógio no dia 21, a coisa mudou de figura. Pelo menos em teoria.

Resposta que tive do Facebook da Garmin:

Screen Shot 2016-01-04 at 12.37.14 PM

Entre um e outro passo, postei também reclamação no ReclameAqui e só não fui ao PROCON porque, depois da ameaça, eles me responderam que estariam trocando por um novo naquele dia.

Mas… adivinha só?

Apesar do status ter mudado para “preparando para envio” em 22/12, o portal de reparos estava assim hoje (04/01):

Screen Shot 2016-01-04 at 12.39.04 PM

Em outras palavras: o relógio AINDA NÃO FOI SEQUER POSTADO!

E a resposta deles hoje, segunda-feira, 04/01?

Screen Shot 2016-01-04 at 1.30.14 PM

Isso significa que se eles cumprirem o novo prazo, terão postado o relógio de volta para mim com 20 dias de atraso, somando 50 dias contados a partir do momento em que eles receberam o produto!

Dá para acreditar nessa bagunça toda?

Não.

Como também não dá para pensar em comprar mais nada da Garmin. De que adianta lançar produtos se a empresa não tem um mínimo de infra para prestar suportes básicos ao consumidor.

Isso sem contar o óbvio: os dois produtos que comprei (Forerunner 620 e Fenix 2) estavam “quebrados”, demandando suporte/ garantia. Isso também ajuda a comprovar que qualidade de produto em si não é o forte deles.

Deveria ter ido de Suunto desde o início. Taí uma economia que me saiu muito, muito cara.

 

Testando o UltraTrac mode no Garmin Fenix 2

Bateria sempre – SEMPRE – é um item importante para quem corre ultras. E sim: ultras na estrada, como Comrades, nem precisam exatamente de um relógio com GPS: é só ver a hora, as placas de tempo e seguir em frente.

O negócio começa a pegar mais mesmo em trilhas, principalmente quando provas longas nos deixam correndo em isolamento por horas a fio. Em situações assim, basta um minuto de desatenção e pronto: nos perdemos.

Onde o GPS entra nisso? Os mais preparados tem funções como o “TrackBack”, que exibe o mapa do caminho feito até o momento no visor e indica um percurso de volta. Não foram poucos os corredores “salvos” por essa funcionalidade, aliás.

E aí voltamos ao ponto principal: a bateria. Dificilmente alguém se perde nas montanhas nas primeiras horas, quando os sentidos estão aguçados e há mais corredores próximos. Nos perdemos horas adentro da prova – e é então que relógios com GPS ajudam.

Já testei o TrackBack do Garmin Fenix 2 e ele funciona perfeitamente bem. A bateria normal também segura fácil umas 14 ou 16 horas.

Mas e para provas de 18, 20 ou mais horas? Nesse caso, a única opção é usar a função de UltraTrack, que permite ajustar o tempo de atualização do posicionamento via GPS para garantir maior durabilidade de bateria. 

Segundo a Garmin, a regra é: para 20 horas de vida com GPS rastreando a atividade, o intervalo de atualização deve ser de 15 segundos; para 24 horas, de 20 segundos.

Bom… Saí para testar a eficácia de intervalos de 15 segundos de atualização. O resultado: péssimo. Os 5km que rodei foram interpretados como 3 e o percurso em si parece ter sido desenhado por uma criança de 2 anos. Ok: a bateria até pode durar mais… Mas com que intuito, se isso ocorre às custas de um rastreamento mais impreciso que uma bússola na Groenlândia?

Função UltraTrack, portanto, reprovada. Para provas longas, o caminho é mesmo usar as 15 ou pouco mais horas de bateria no modo normal e torcer para não se perder daí em diante!

  

Brincando com Trackback

Tá: já fiz uma ou outra corrida com o Fenix 2. Não minto que me chateei um pouco com o tempo de detecção de satélite na primeira corrida – mas já tinha visto que isso aconteceria mesmo e que, nas próximas, melhoraria. 

Mas uma das coisas que mais me seduziram  foi o Trackback: uma funcionalidade que permite ao corredor “dizer” ao relógio que está perdido e receber, como retorno, um mapinha ao estilo “migalhas de João e Maria” apontando o rumo feito de volta até o ponto de partida. 

Para trilhas, fabuloso. Eu pessoalmente já me perdi inúmeras vezes e algo assim é uma mão na roda. 

E, como não estava nas trilhas essa semana, só pude testar na cidade mesmo. 

E aí fiquei rodando por horas, fazendo de conta que estava perdido e buscando entender o mapinha. No começo, demorei para me entender com a usabilidade do relógio e do zoom no mapa. 

Depois peguei a manha. Entendi. 

Usei. 

Amei. 

Minha expectativa agora, embora soe ingênua, é nunca mais me perder. 

Ponto para o Garmin Fenix 2.

 

Para que diabos serve o Garmin Basecamp??

Assim que cheguei em casa ontem, peguei o novo Garmin Fenix 2 e comecei a brincar. Fiz todas as devidas configurações, naveguei pela tenebrosa usabilidade típica da Garmin (que parece se esmerar para esconder funcionalidades e colocar botões nos lugares mais improváveis) e comecei a me ambientar com ele.

Deixo um relato mais detalhado para outro dia, depois que tiver efetivamente usado ele em algumas corridas. Mas o que me espantou mesmo foi o uso do Basecamp, software da Garmin feito para se armazenar e instalar mapas de trilhas de maneira que o relógio possa guiar os corredores.

Em tese, dado que o Fenix tem mapinhas no seu visor, mada parece mais lógico e óbvio. Certo?

Certo. Só que o Basecamp é um desastre do ponto de vista de usabilidade. Por mais que eu tenha revirado a Internet do avesso em foruns e vídeos, nada me fez conseguir a simples tarefa de transferir o percurso da Indomit Costa Esmeralda para o relógio. Nada.

Importar mapas? Opção desabilitada. Comprar um mapa detalhado do Brasil no próprio site da Garmin? Nenhum disponível. Criar um a partir do zero? Impossível a partir de uma nulidade de pontos de referência.

Suporte? Inexistente. Arrastar o arquivo KML ou KMZ? Nem em sonho. Entender o que o software chama de configurar “aventuras” ou “viagens”? Difícil.

Achar críticas e mais críticas de usuários? Isso sim foi fácil. Bem fácil.

Se não consegui transferir mapas do Basecamp para o relógio – o que me permitiria trilhar nos calcanhares de outros corredores de maneira segura em viagens – era hora de partir para o improviso.

Abri a pasta do Garmin em seu drive enquanto ele estava plugado no USB do computador. Lá dentro havia uma pasta chamada GPX.

Busquei no Google algum site que convertesse KMZ em GPX, trocando o formato do arquivo que baixei com o percurso da Indomit a partir do Google Maps. Achei.

Converti.

Criei, manualmente, uma pasta chamada Indomit dentro da pasta de arquivos GPX no drive do relógio. Arrastei o arquivo para lá.

Sincronizei.

Chequei no relógio.

Nadando por ele, dentro de User Data > Tracks, encontrei o mapa do percurso que acabara de inserir. E com uma opção simples: “go”.

Se clicasse nele e se estivesse pelo percurso conseguiria de imediato navegar até a chegada com direções precisas – exatamente o que eu queria.

Missão cumprida.

Mas… se consegui fazer isso apenas pela porta dos fundos, praticamente enfiando o arquivo dentro do relógio, para quê serve mesmo Basecamp – software cuja finalidade primária é justamente facilitar esse intercâmbio de mapas e rotas??

Ainda não entendi.

  

Checkpoint: Corrigindo a altimetria

Começo de 2015, volta à rotina. Na verdade, este deveria ter sido o título do checkpoint: voltei ao Ibirapuera, fui à USP, fiz uma nova trilha urbana pela região da Barra Funda e Minhocão. Ou seja: estamos de volta, inaugurando o ano novo como deveria ser.

Sob esse aspecto, nada de diferente do planejado.

Mas houve, sim, algo mais abrupto que aconteceu. Depois que constatei, desde os Andes, que o Garmin falha insanamente no cálculo de altimetria, comecei a medir diferenças entre ele e o MiCoach, da Adidas, que se baseia o sistema do IPhone.

Resultado: os treinos mais curtos mostram diferenças de cerca de 50%; os mais longos, de 35%. Em todos os casos, o Garmin fica abaixo, o que explica a sensação de que algo estava errado desde que passei a utilizá-lo, em novembro.

Pois bem: normalizei todas as minhas planilhas, por assim dizer, considerando uma média de 40% de diferença. É uma média conservadora – mas melhor do que ficar com algo tão abaixo da realidade.

Não dá para dizer que isso me dará uma clareza no entendimento da minha altimetria semanal – nem de longe. Mas, no mínimo, me permitirá ter uma noção mais aproximada da realidade.

Screen Shot 2015-01-11 at 9.08.58 AM

Garmin vs. MiCoach: Discrepâncias grandes no cálculo de elevação acumulada

Depois desses últimos dias nos Andes, me peguei pensando bastante sobre irregularidades na medição de altimetria acumulada por devices diferentes.

Desde que troquei o MiCoach pelo Garmin, os gráficos passaram a indicar mudanças absolutamente bruscas nos perfis altimétricos de meus treinos – algo péssimo quando se tem corridas em montanha como alvo.

Além disso, dois fatores me chamaram a atenção:

a) Na Douro Ultra Trail, o ganho total de elevação, oficialmente medido, foi de 4,5 mil metros ao longo de seus 80km. Foi duro, mais viável. Pois bem: no total semanal em que estive nos Andes, o Garmin indicou que subi pouco menos de 2,5 mil metros – mas sou capaz de jurar que o esforço foi, no mínimo, equivalente ao da DUT. Eram muito mais montanhas, para dizer o mínimo, em um ritmo de subida bem mais intenso.

b) Uma das corridad que fiz lá mostrou uma discrepância importante. Fiz ida e volta no mesmo percurso e o resultado foi desconcertante: o GPS mostrou um ganho altimétrico muito maior na primeira metade, algo tecnicamente impossível.

Veja: não estou falando de margens de erro desprezíveis de 5%: estou falando de diferenças que chegam a superar os 60%!

Na terça passada fiz um teste diferente: corri com o Garmin no pulso e a app da MiCoach no IPhone ligados. Assim, ambos mediriam exatamente o mesmo percurso, pelo mesmo tempo.

Resultados abaixo:

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O gráfico acima é o do MiCoach. Perceba que ele marcou 147m de subida acumulada (em um total de 10,96km percorridos).

Veja agora o do Garmin:

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Aqui, a elevação acumulada despenca para 98m por 10,82km. A diferença na quilometragem em si é mínima, desprezível – mas a altimetria variou 50%!

E por que isso é importante? Treinar para provas em montanha requer mais prática em subidas e descidas do que qualquer coisa! E como, então, basear um modelo inteiro de treino em dados com uma variação tão ridícula sobre o mesmo percurso?

Na falta de resposta, fui até a Web. Saí com menos respostas.

Parece consenso que o Garmin Forerunner 620, que uso, tem falhas no cálculo de altimetria – mas é também muito falado que o GPS do IPhone, no qual o MiCoach se baseia, também erra bastante.

O que fazer então?

Nada. Ou melhor: voltar aos velhos tempos e correr com base na sensação de esforço, essa sim mais acertiva que qualquer device eletrônico. Por incrível que pareça.

Sobre o LiveTracking do Garmin ForeRunner 620

Em uma palavra: funciona.

Testei a função do LiveTracking no sábado, lá na Indomit Bombinhas. A utilidade era óbvia: por ser minha primeira corrida grande em trilha, não tinha como prever o tempo e, portanto, deixar a minha família informada de onde estava e quando deveria chegar.

O funcionamento também é relativamente simples: basta usar a app do Garmin no IPhone e emparelhá-lo via Bluetooth com o relógio. Aí, antes de iniciar a prova, basta ligar o LiveTracking no telefone e pronto: de tempos em tempos o GPS sincroniza dados via Bluetooth e o IPhone os envia para a Web via 3G.

Na outra ponta, o mapa de deslocamento é transmitido em tempo real, incluindo alguns indicadores como tempo, velocidade média etc.

Corri por quase 6h30 e a bateria do ForeRunner 620 segurou bem. Só a do IPhone é que chegou nas últimas, perdendo os últimos metros do percurso. Mais de seis horas é tempo demais, claro – mas insuficiente para ultras ou provas em trilhas mais duras (como a Indomit). Não se pode culpar a Garmin por isso, no entanto.

Em resumo: essa funcionalidade realmente é excelente!

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Garmin Forerunner 620 e o LiveTracking

Faz já algum tempo que havia comprado o Garmin Forerunner 620 – um relógio que prometia ser uma Ferrari mas que acabou se comportando como um FIAT 147. Tive problemas com a sincronização do calendário, o suporte online e a assistência técnica – esta última tendo levado mais de 2 meses (!) para corrigir o problema e me mandar de volta, por Correio, o aparelho.

Bom… por mais que eu esteja mais do que satisfeito com o Adidas SmartRun – que, na minha opinião, supera de longe qualquer outro relógio – o fato é que ele tem um problema crítico de duração de bateria (ao menos para quem faz ultras).

Esse, no entanto, é um ponto mais forte do Garmin. Mas o mais bacana dele é o LiveTracking, sistema que permite o acompanhamento em tempo real do corredor ao longo do percurso (plotado ao vivo via GPS) por amigos e familiares. Perfeito para trilhas, aliás, onde a marcação é mais precária e os postos mais improvisados.

Testarei essa funcionalidade lá na Indomit Bombinhas, já neste sábado. Quem quiser acompanhar (até para ver esse sistema rodando em tempo real) só precisa ficar ligado no meu Twitter, o @NCorrida.

Tomara que funcione!

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