LCHF: Resultados depois de 14 meses

Em tese, devo fazer exames a cada 6 meses por conta do meu fígado. Em tese, claro: uma pequena anomalia reincidente na hemoglobina do último exame que fiz, em fevereiro, acabou antecipando um pouco os planos. A anomalia, ainda bem, sumiu: essa nova bateria de exames mostrou que tudo estava exatamente onde deveria.

Com relação aos efeitos da low-carb, agora que mais de um ano se passou, foram também só boas notícias.

Mudanças nos últimos 3 meses

Não houve tanta, verdade seja dita. Acabei me acomodando em um estilo mais suave de low-carb, consumindo algo entre 50 e 70g diárias – pouco para os parâmetros nutricionais tradicionais mas mais do que a rigidez absoluta com a qual comecei.

No mais, os efeitos estão como deveriam: durmo bem, acordo mais cedo e mais disposto, tenho energia para treinos intensos de ultra, para cuidar da família e para uma rotina de trabalho pesadíssima. Vamos aos indicadores:

Indicadores hepáticos:

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Todos melhoraram e maneira intensiva. Reforço que, para mim, esses indicadores são os mais importantes de todos e ter o TGP no melhor nível desde maio do ano passado e o Gama-GT e o TGO nos melhores níveis desde sempre é notícia a se comemorar.

Colesterol:
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O colesterol total pode dar a impressão de estar alto – mas a leitura desse marcador nem sempre é óbvia. Na verdade, houve uma melhora grande em relação aos exames anteriores com o HDL (colesterol bom) voltando a ficar acima do limite mínimo e o LDL (colesterol ruim) se mantendo estável.

Os triglicérides também caíram, o que permitiu uma proporção de triglicérides/ HDL – esse sim um dado importante – de 0,67 (o menor e, portanto, melhor, que já registrei até hoje). Nessa proporção, qualquer coisa abaixo de 2,00 é considerado como ideal.

Glicose e insulina:

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Ambos cresceram, possivelmente porque o pouco que como de carboidrato vem de alimentos nem tão aconselháveis assim como chocolate e doces de maneira geral. Ainda assim, tudo está normal e dentro dos parâmetros desejáveis.

IMC:

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Nenhuma surpresa: ampliar o volume de treino mantendo uma dieta low-carb é receita certa para perder peso e diminuir o IMC.

Ferritina:

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É “o” marcador para mim por conta dos problemas de saúde que tive no passado. Nunca terei uma ferritina baixíssima mas, desta vez, ela não apenas caiu como ficou no menor nível desde 2014. Perfeito.

Conclusões finais:

Há dois alimentos que tenho comido bastante: castanhas e carne de porco. Cada vez que consumo muito do mesmo tipo de alimento fico com um pouco de receio: equilíbrio, afinal, é sempre aconselhável. Por conta disso, saí do laboratório preocupado com o que poderia encontrar.

Para minha surpresa e felicidade, nenhum dos dois fez nenhum tipo de mal para mim. Ao contrário: eles até fizeram bem, dado que houve tanta melhora registrada.

Enfim: exames feitos, resultados comemorados. Agora é hora de mostrar para o médico, conseguir a assinatura na autorização para a próxima prova grande e relaxar!

 

 

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