4 maratonas feitas

Falta apenas mais uma, aproximadamente, para fecharmos a BR135. E esse trecho de agora, entre Tocos do Moji e Estiva, foi daqueles duros e perfeitos, daqueles que mostraram como funciona um ultra. 

Já nos primeiros quilômetros, a Zilma quebrou miseravelmente. O estômago travou, ela ficou nauseada e parecia estar se arrastando pelo caminho. Descidas eram lentas. Subidas, arrastadas. 

A solução, no final, veio da equipe: forçá-la a parar e deitar um pouco, descansando o corpo que já se contorcia depois de mais de 30 horas na estrada. 

Foram necessárias duas tentativas: a segunda, ainda bem, funcionou. A partir daí, como que a passe de mágica, ela se regenerou por completo. 

Correu solta, com a Luana como pacer levemente à frente ditando o ritmo, e acabou ganhando boa parte do tempo perdido. Impressionante como parar, às vezes, nos faz acelerar. 

Impressionante este esporte. 

Agora vamos ao último trecho. 

   
   

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