Ultra Estrada Real: Teremos um troféu para os concluintes!

Pois é. Um dos corredores, o André Zumzum, organizador da ultra Caminhos de Rosa, foi atrás de algo para que todos pudéssemos guardar como lembrança da prova. E olha só o que ele conseguiu: uma réplica do marco da Estrada Real em pedra sabão!

Vejam o nosso “trofeu” na imagem abaixo:

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Ainda organizaremos a logística da entrega em si, que será feita apenas na chegada, lá em Ouro Preto – mas pelo menos o mais importante está já garantido.

Como se trata de uma produção adicional e como toda a corrida será gratuita, haverá um custo de R$ 20,00 para quem quiser levar consigo essa lembrança. O procedimento é bem simples: basta ir ao link

http://caminhosderosa.com.br/plus/modulos/conteudo/?tac=trofeu

 , no próprio site do Caminhos de Rosa, e fazer a compra online.

Para deixar claro: isso tudo é opcional: ninguém é obrigado a comprar o trofeu para correr. Mas quem quiser, claro, precisa fazê-lo até a data limite de 15/03 para que o André tenha tempo de coordenar a logística.  

Checkpoint: o ultra longão

Dia de descanso.

Acordei com as articulações tesas, inchadas e com as pernas bastante doloridas. Até aí, nada de inesperado – mesmo tendo sido um treino, a distância percorrida ontem foi minimamente respeitável.

Sim: está claro para mim que preciso fazer ajustes no treino e me recuperar mais antes da UER, na Páscoa. Tudo bem: o sentido de um longão no pico é justamente testar o corpo, o que significa que a missão foi cumprida a tempo.

Mas há um outro lado para o dia de ontem que vai além da constatação dos problemas: a sensação única, especialmente gratificante, de se fazer uma ultra. Lá pela quinta hora, quando o corpo subitamente se recuperou e “atravessou” o “muro” captando uma segunda onda de energia, tudo passou a fazer sentido.

Tudo. Em segundos, toda a dor é ignorada e apenas o sentimento de que o corpo é muito mais resiliente do que se pensa fica pulsando pelas veias inchadas. Vem uma espécie de sensação de imortalidade endorfinada, de superação, de quebra de limites, que eleva toda a alma para uma espécie diferente de patamar.

Quem curte ultra entende bem isso. Não importa o quão ruim tenha sido a jornada pelos quilômetros: sempre há um determinado ponto em que se sublima todas as dificuldades e que se entende os motivos que impulsionam cada um dos tantos passos dados. E nem precisa de corrida oficial para isso: basta uma rua ou trilha e muita distância.

É simples assim. E é por isso que amo esse esporte.

Bom… agora é hora de sacudir a poeira, descansar as articulações e iniciar uma fase de preparo diferente justamente pela falta de intensidade. Que venha a UER. E a Comrades, claro.

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Ultra Estrada Real: Limite de inscrições e outras infos

Com mais de 80 inscritos e menos de 40 dias para a largada, a UER está entrando agora em sua reta final de organização.

E, sendo franco, não dá para dizer que ela deu um imenso trabalho – ao menos até aqui. O envolvimento da comunidade de corredores foi tão intenso que, de repente, acabamos mesmo conseguindo criar uma ultra por um lugar lindo, com uma distância perfeita e com apoio vindo de todos os lugares.

E é justamente por conta desse apoio que estamos, agora, estabelecendo uma data limite para as inscrições: 15 de março.

A data tem explicações lógicas:

  • Teremos doação de água e mantimentos por algumas empresas que, claro, precisam de uma previsão de participantes para evitar problemas.
  • Estamos começando a organizar vans para o processo de transporte até Santa Bárbara – e o número de interessados será um fator importante (e alvo de um próximo post)
  • O Instituto Estrada Real vai confeccionar certificados de participação para todos os concluintes – e, claro, precisa dos nomes e de tempo para imprimi-los
  • Finalmente, um dos corredores conseguiu negociar uma espécie de troféu, feito em pedra sabão em formato de um marco da Estrada (como na imagem abaixo) para interessados. 

No caso específico desses troféus, eles serão opcionais até por serem pagos (R$ 20). Na semana que vem postarei aqui no blog instruções de pagamento (pois dependemos ainda da liberação da conta do corredor responsável por ele, o André, no PagSeguro).

Bom… na segunda-feira teremos um encontro os corredores que moram em São Paulo para fechar alguns detalhes da organização. Quem quiser aparecer está desde já convidado: será na Cincinato Pães (R. Cincinato Braga, 307, bem na região da Paulista).

Na semana que vem começo a postar todos os últimos detalhes aqui – estou apenas esperando esse encontro da segunda para garantir que englobe todos os assuntos.

E, claro, se ainda não estiver inscrito e quiser participar, é hora de correr! :-)



Comer e correr

Nunca considerei meus hábitos alimentares como dentro do padrão ou de qualquer suposta normalidade.

Vivo com duas refeições diárias – café da manhã e jantar -, sou absolutamente carnívoro, psicoticamente tarado por chocolate e praticamente sem o hábito de comer qualquer coisa verde. Um pesadelo para qualquer nutricionista – motivo pelo qual a tentativa de consulta que fiz, há bastante tempo, onde me foi “imposta” uma dieta radicalmente oposta ao que estava habituado, foi tão breve quanto única.

Em minha defesa, eu não bebo. Confesso que não por opção: uma cirurgia que fiz no fígado há 8 anos, quando pesava mais de 100kg e era tão sedentário quando uma mesa, me presenteou com essa impossibilidade.

Também em minha defesa: esse esquisito hábito alimentar mais ajuda do que atrapalha quando se curte correr ultras. Cheguei a comentar isso no post de ontem: habituar o organismo a comer de 3 em 3 horas é uma receita de desastre para qualquer um que deseje passar 8, 15, 24 horas nas trilhas. Treinamento e especificidade, afinal, são tudo.

E quer saber? Os exames que faço rotineiramente, uma vez a cada semestre, mostram que tudo está perfeito aqui dentro.

Sei, no entanto, que preciso fazer alguns ajustes. Chocolate demais atrapalha, obviamente. Cortar esse tipo de açúcar mais industrializado tem sido uma das minhas metas para este ano – mesmo porque, tenho plena consciência, poucos se lambujam de chocolate com tanto frenesi quanto eu.

Balancear melhor as refeições também precisa ser feito. Não estou falando de comer mais vezes – sou absolutamente contra isso. Mas estou falando de comer um pouco melhor, principalmente à noite. Quando chego em casa, especialmente depois de treinos noturnos, me entrego ao(s) prato(s) quase irracionalmente. Exercício dá fome, afinal. E exercício em jejum, quando termina, mexe com a cabeça mais do que o normal.

E isso, de fato, tem me trazido alguns problemas. Essa súbita fartura concentrada em 20 ou 30 minutos tem me feito dormir várias noites com a sensação de estômago dilatado – gerando também uma manhã esquisita, uma sensação prolongada de mal estar e problemas nos treinos. São sinais do corpo: é hora de mudar.

E, de duas semanas para cá, tenho feito ajustes. Se não dá para controlar o impulso de comer, então dá para começar com uma salada e trocar a sobremesa de chocolate por uma maçã. Coisas simples, práticas e de efeito imediato.

Resultados? As dores na região da barriga sumiram de vez e mesmo os quilos que começava a ganhar já ficaram para trás.

Estou longe de praticar qualquer tipo de radicalismo nutricional – mas esses últimos dias me ensinaram claramente que ouvir o corpo vai além de saber diminuir o ritmo dos treinos quando os músculos começam a ficar esquisitos. Ouvir o corpo significa também usar o velho bom senso para regrar o que se come com base em uma intuição quase óbvia, analisando continuamente coisas como histórico, sensações gerais de bem estar e evoluções de performance. Tudo, afinal, sempre tende a ser mais simples do que costumamos julgar.

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Atualizações organizacionais da Ultra Estrada Real

Primeira surpresa: o número de inscritos na Ultra está realmente, REALMENTE grande. Até o momento, já somos em quase 80 corredores!

Número respeitável para qualquer ultra – principalmente quando estamos falando de uma no estilo “fat ass”, sem apoio oficial, taxa de inscrição ou prêmio. E, de cara, isso significa uma coisa: que esse evento, meio treino e meio prova, que ocorrerá na véspera da Páscoa na incrível Estrada Real, realmente está mexendo com a comunidade. Que bom!

Vamos, então, a alguns updates importantes:

1) Como comentei no começo do post, a UER está já com 76 corredores inscritos. Dado o ritmo, estimo que esse número vá ultrapassar os 100 em breve.

2) Em breve também devemos estabelecer uma data limite para inscrição por conta dos suprimentos: água, isotônico e comida precisam ser calculados com base na quantidade de participantes. Além disso, o Instituto Estrada Real nos pediu 10 dias para confeccionar certificados de participação oficiais para todos. Devo fechar essa data limite com a Zilma até, no máximo, a semana que vem.

3) Ainda estamos precisando de voluntários para os postos 3 (Camargos) e 4 (Mariana), além da chegada em Ouro Preto. Quem conhecer alguém disposto a ajudar, por favor mande email para emailnacorrida@gmail.com . Temos já os mantimentos adequados, precisando apenas de equipe mesmo. Mais informações sobre os locais clicando aqui.

4) Tenho aconselhado a todos os corredores que pretendem fazer a UER como primeira ultra a repensar a participação. Alguns estão ficando ofendidos comigo, mas explico: ultras costumam exigir bastante do corpo, principalmente quando demandam uma certa autosuficiência e incluem largadas e chegadas potencialmente às escuras. A UER, por ser independente, se assemelha mais a um treino: ela não contará com nenhum tipo de apoio como ambulâncias, staff no percurso etc. Ou seja: é importante que todos tenham em mente que estaremos essencialmente por conta própria. E, por mais que a experiência anterior em alguma ultra não garanta imunidade contra imprevistos, ela pelo menos já deixa o corpo ciente das dores que enfrentará. De toda forma, a estrada é pública e permanece aberta: quem quiser participar será mais do que bem vindo. Só é importante ter bem claro o desafio!

Por hora é isso! Bons treinos a todos e até breve com mais informações!

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O silêncio das primeiras horas

Há algo de melhor, de mais intenso, em correr antes do sol raiar.

Acordar já é algo diferente, com o despertador interrompendo a escuridão absoluta e iniciando aquela batalha entre os impulsos de levantar e de permanecer deitado. Mas é a única batalha existente nessas primeiras horas.

Uma vez de pé, o silêncio volta a reinar.

Na rua, os poucos carros que passam parecem cortar delicadamente a cena absolutamente congelada. Os primeiros passos dão a impressão de estarmos correndo em uma pintura, com tudo cuidadosamente colocado em seus lugares.

Só a respiração parece se mover, puxando consigo aqueles primeiros pensamentos do dia. Fatos do ontem, decisões do hoje e hipóteses do amanhã vão se misturando em um caldo único, espesso, guiados por batimentos cardíacos em aceleração.

Decisões imediatas de menor peso – como achar um portão de acesso ao parque aberto a essa hora – começam a fixar o dia em um presente menos complicado e mais corriqueiro, simples. Até que tudo parece corriqueiro, incluindo pensamentos sobre os pensamentos dos outros poucos corredores que desenham essas primeiras horas escuras do dia, a leve irritação de não achar água nos bebedouros secos da cidade seca, da decisão sobre fazer ou não um cotovelo no percurso e prolongar, em alguns metros, a rota do dia.

Então, depois da densidade e da leveza, vem uma espécie de nada. Puxado por doses mais generosas de endorfina, há um buraco cerebral que sempre aparece nos momentos em que o piloto automático é ligado durante uma corrida. Nunca consigo me lembrar do que passou em minha mente nesses instantes de nada – mas sempre fico com uma espécie de saudade dele no minuto em que o primeiro pensamento qualquer interrompe a paz.

Hoje, naquelas horas escuras do Ibirapuera, o nada foi tão forte que me roubou da memória trechos generosos do percurso. Para falar a verdade, ele durou até a subida da 9 de Julho, quando costumo dar um último tiro na volta para casa.

No total, 11km foram finalizados ainda no escuro, com apenas um ou outro raio de sol mais ansioso querendo aparecer.

O silêncio, no entanto, permaneceu por mais alguns instantes: todos em casa ainda dormiam quando entrei. Fiz café, preparei as roupas da escola da minha filha, tomei banho, me arrumei.

Não dá para dizer que consegui chegar no nada de novo – mas deu para respirar mais fundo, liberando a energia acumulada nas ruas. Deu para descansar do descanso ativo, por assim dizer.

E começar melhor confusão natural de um dia de trabalho na capital paulista.

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Fechando uma semana decisiva

Semana pós-ultra costuma ser leve, sem muita intensidade para permitir que o corpo descanse e se recupere.

Não essa.

Seguindo a resolução de trabalhar mais a velocidade, até diminui o volume (embora mais por questões de trabalho que mataram o longão de ontem) – mas aumentei o ritmo.

Durante a semana, os paces médios nas tempo runs e intervalados – mesmo incluindo os semáforos que sempre atrapalham a vida – ficaram na casa dos 5’20″/km. Hoje saí para um longão de 21Km com mochila de hidratação cheia, somando quilos extras, e mantendo a meta de ficar abaixo dos 6’/km. Funcionou.

Com isso, essa semana de descanso acabou sendo uma espécie de redescoberta de um estilo de corrida onde velocidade conta tanto quanto volume. Costumo ser reticente quanto a isso dado que gosto – e muito – das horas passadas nas trilhas. Mas horas virão naturalmente: tudo é questão de aliar distância e percurso perfeitos.

O domingo, portanto, está bem fechado.

É tempo de aplicar esses ajustes no treino às próximas semanas – afinal, o calendário do primeiro semestre está mais que repleto de metas!

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O sábado que fecha um capítulo (e abre outro)

Faz tempo que não descanso em um sábado. Normalmente não curto isso: é um dia inteiro que considero perdido não apenas sob o aspecto do treino, mas (talvez principalmente) pelo bem que ele me faz ao proporcionar horas perdido nos próprios pensamentos e por caminhos diferentes da cidade.

Mas hoje, verdade seja dita, a realidade é outra.

Hoje estou encarando esse descanso mais como uma espécie de marco de diferentes fases de treino. Quando se coloca uma quebra mais brusca, mais radical, na rotina, se informa também ao corpo que algo está prestes a mudar – e essa informação acaba sendo vital para que ele se prepare melhor.

Hoje é como aquele momento de plena calma antes de alguma tempestade, com aqueles instantes mais elétricos em que tudo está prestes a acontecer – mas nada efetivamente acontece.

Hoje é o dia que marca o fim de um capítulo e o início de um outro, mais voltado para ganho de velocidade sem perda de endurance. Há duas ultras pela frente, afinal, e ambas ainda no primeiro semestre.

Hoje é hora de dizer ao corpo e à mente que está na hora dos dois ficarem mais sérios.

Começando por amanhã.

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50K de aventura na Serra do Mar

A aventura em si começou mesmo na noite anterior: vim com toda a família para o Guarujá para que minha mulher e filha pudessem curtir a praia com mais um trio de amigos enquanto eu me embrenhava na Mata Atlântica.

Bom… por volta da meia noite – hora em que o trio de amigos chegou na praia – todas as ruas em torno do prédio inundaram e ficaram intransitáveis até as 4:00. Para ajudar, a energia também foi embora e, assim, só saberia se realmente conseguiria sair para a prova na madrugada.

Por conta desses imprevistos, acabei com a noite totalmente virada e, às 4:30, com água mais baixa e luz reestabelecida, peguei o carro e fiz o trajeto de 1h30 até a largada.

Uma observação: até aquele momento, eu não fazia nenhuma ideia de que os 50K eram uma corrida de aventura. Para mim, seria uma corrida de montanha normal, com trilhas bem demarcadas, paisagens incríveis e aquela vibração única.

Não foi. Trilha, para falar a verdade, deve ter existido apenas em uns 10 ou 15km entre estrada de terra e single tracks. O resto era tudo mato mesmo – e do tipo pantanoso. Passei boa parte do percurso com água até os tornozelos, cruzei três ou quatro rios, caí em uma poça de areia movediça (que, para ser sincero, eu nem sabia que existia no Brasil) e tomei tanto tombo que fiquei irreconhecível.

Isso sem falar em subidas íngremes e descidas enlameadas, sol forte em uns momentos, neblina espessa em outras e uma sensação de completa solidão no mato. No total, estimo que não mais de 15 ou 20 corredores tenham largado para os 50K – número que se espalha já nos primeiros trechos do percurso.

Terminei marrom, com minha inexperiência em percursos assim somando pouco mais de 8 horas de prova. Cansado? Sim. Mais com dor de cabeça dado que não consegui comer absolutamente nada durante todo o percurso. Mas inteiro.

E também com uma sensação de que faltaram as paisagens bonitas, as vistas deslumbrantes da Serra do Mar. Estas foram, verdade seja dita, “trocadas” pelas visões dos trechos que precisariam ser percorridos – uma mescla de assombração com empolgação.

Resumo da ópera? Amei ter participado de uma prova de aventura, principalmente por ter sido uma ultra com tantos desafios assim. Foi pro “currículo”. Em contrapartida, devo dizer que não é algo que eu esteja tão empolgado assim para repetir. Prefiro mesmo provas mais secas, com trilhas mais existentes e vistas mais inspiradoras.

Agora é hora de pensar na próxima.

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Molho e massagem

Sábado tem ultra: a Copa Paulista de Corridas de Montanha.

Não é das maiores, mas incluirá 50km por trilhas novas no topo da Serra do Mar. Imagino que as vistas sejam incríveis, que o sol inclemente deste verão tatue a experiência na pele, que a endorfina vá correr solta pelas veias. Espero tudo o que se possa esperar de uma ultra em um clima de ansiedade poderoso.

Até aí, tudo lindo. Só que as costas continuavam doendo e o medo de enfrentar 6 ou 7 horas nas montanhas com a coluna incomodando desde o primeiro minuto começou a pegar.

Resultado: mudança de planos.

Até agora fiz apenas um treino na semana, de 11K, na terça. Foram 11K relativamente puxados, mas no mesmo ritmo. Ontem teria mais um treino, com intervalados, que acabei cancelando por precaução. Cancelando não: trocando.

Ao invés dele, em um ato de pura (e talvez desesperada) esperança, fiz uma tal de massagem “Tailor Made” na Lush, aqui perto. 30 minutos concentrados na lombar e que me custaram os olhos da cara – mas que, confesso, fizeram efeito.

Aliás, se soubesse que ficaria tão melhor, teria antecipado a decisão. Não é que eu esteja “curado”, mas boa parte da dor realmente desapareceu!

E isso sem contar com a experiência exótica: essa massagem é feita com música de marinheiros irlandeses bêbados ao fundo, fumaça saindo do chão e um clima que em nada lembra spas tradicionais. Curti.

Agora é uma espécie de teste: sair para uma corrida leve, lenta, de pouco menos de uma hora, para soltar os músculos e testar o “novo” corpo.

Que as boas notícias se confirmem no caminho do Ibirapuera!

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