Beleza pura.

 

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(Cortesia de Márcio Júnior)

Quéchua RaidTrail se desfazendo

Quando comprei a mochila de hidratação Quéchua RaidTrail 12L, o intuito era achar um equipamento prático, confortável e funcional. Não me adaptei à Salomon, que detonou as minhas costas, e nem a uma Kalenji, que feriu os peitos (e era pequena demais).

Quando testei a Quéchua por indicação de um amigo, encontrei tudo o que precisava: ela era leve, grande o bastante para ultras, colada ao corpo e ainda por cima barata. De repente, ela virou parte do meu corpo sempre que saía para ruas ou trilhas – e a adaptação foi perfeita.

O único problema é que, aparentemente (e infelizmente), sempre há algum motivo para algo ser barato.

Na prova que fiz em Campinas, um dos ganchos da bolsa de água se rompeu. Tudo bem: entendi como culpa minha que, sem fazer uma manutenção adequada, pendurava a mochila na parede sem tirar a água após os treinos, forçando o peso. Até aí, sem problemas: afinal, há uma espécie de gancho reserva que passei a utilizar e que resolveu o problema.

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Hoje, no entanto, notei que um outro gancho na frente, onde passa uma alça responsável por ajustar a mochila ao corpo, está se desfazendo. Pelo olho, aliás, não dura mais um mês.

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Nova “gambiarra” à vista: usar outra parte da mochila para prender a alça. O problema é que isso já começa a comprometer o conforto e a usabilidade de um equipamento que, afinal, foi feito para ser prático.

O que fazer? Ainda não sei.

Talvez comprar outra igual, de reserva, até essa se desfazer de verdade, para não precisar passar por uma nova curva de adaptação já tão perto da minha prova alvo.

Ou talvez já testar alguma nais resistente, entendendo que se trata de um caso onde o “batato saiu caro”.

Ainda preciso de algum tempinho para me decidir – mas a frustração está bem chata por um equipamento que está se desfazendo em menos de 60 dias.

Mochila de hidratação, parte 2: Kalenji e Quéchua

Achei uma Kalenji velha, pequena, jogada em um armário de casa. Há algum tempo, quando comecei a frequentar a USP, comprei essa mochila para não depender de paradas em bares interrompendo treinos.

Meses depois, parei de usar: o peso extra era simplesmente desnecessário para quem estava treinando para provas de rua.

Agora parece que a utilidade voltou.

Ainda com as costas doloridas pelo uso da mochila da Salomon, vesti a Kalenji e saí para o Ibira no domingo passado. Faria a trilha que, apesar de mais lisa e plana do que o calçamento das redondezas, pelo menos tinha o aspecto mais rústico que estou buscando nessa nova fase de desafios.

A Kalenji parecia grudada às costas. Nada de peso extra se esfregando incessantemente nos ombros, me lembrando do puro desconforto do sábado anterior.

Passei um pouco de vaselina nos peitos: lembro que, em um longão que fiz com ela no passado, as alças de telinha se esfregaram tanto na parte da frente que os mamilos quase saíram sangrando.

Apertei mais, fiz ajustes, procurei quase transformar corpo e mochila em um único ser.

Não vou dizer que ela estava tão perfeita que cheguei a me esquecer de sua existência: isso seria mentira. As alças ainda incomodaram um pouco o peito e a mudança na biomecânica foi notória.

Mas o alívio em relação à Salomon foi tamanho que quase posso dizer que gostei da experiência como um todo. Tudo – do barulho da água chacoalhando à sensação de estar encontrando alguma paz com o equipamento necessário para a DUT – parecia se encaixar bem na mente e no corpo.

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Só que a Kalenji ainda não era a solução: ela era pequena demais para uma ultra, incapaz de comportar os equipamentos necessários para os 80km de trilha pelas montanhas portuguesas.

Mas já serviu para eu começar a me acostumar com o peso extra preso às costas, forçando uma adaptação.

Na segunda seguinte comprei a Quéchua RaidTrail 12L para já cruzar essa ponte e resolver o problema em definitivo. Enchi o reservatório de água, coloquei mais alguns pesos extras e saí para a rua em um treino de intervalados somando pouco mais de 10k.

Tudo bem que não se acostuma a peso extra assim, da noite para o dia – mas o nível de conforto foi outro.

Ela ficou colada ao corpo o tempo todo, sem telas se esfregando nos peitos ou alças nos ombros. Em outras palavras: os dois pontos negativos dos dois modelos anteriores foram sumariamente eliminados.

Agora é questão de sair mais às ruas, praticando mais e agilizando a curva de adaptação.

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Inspiração pura

Há uma diferença importante entre corridas de trilha e de rua: o volume de conteúdo inspiracional. Não estou falando de blablablas de autoajuda ou coisas do gênero, mas sim de relatos, vídeos, e imagens de cenários tão deslumbrantes que fica impossível não se empolgar.

Afinal, o que brilha mais os olhos: a vista no topo dos Pirineus ou do Minhocão? Mesmo desconsiderando os exageros, a comparação realmente é por aí.

E, de todas as marcas, a Salomon é quem faz o melhor trabalho inspiracional por meio de seu canal de trail no Youtube (acesse aqui).

Separei uma playlist com alguns dos grandes mestres do esporte incluindo depoimentos e cenas que são, para dizer o mínimo, inspiracionais. Veja abaixo: