Passos doloridos com o Merrell Trail Gloves

Estava na hora de trocar de tênis: o Merrell Barefoot que usei ao longo do treino e da prova em Comrades estava já se desfazendo, com quase 1,5 mil quilômetros rodados. Aliás, esse é um dos pontos mais positivos de tênis minimalistas: como eles não tem acolchoamento, tendem a durar muito, muito mais do que os “normais”.

Passei para um outro par que havia comprado há algum tempo, o Merrell Trail Gloves. Basicamente, o tipo de solado é o mesmo (Vibram), só que mais grip, e a estrutura é um pouco diferente. E eis que veio o problema.

Veja a foto do solado abaixo: perceba que ele é extremamente cavado na curvatura interna do pé.

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O resultado disso: no longão do sábado passado, ganhei duas bolhas justamente nessa área: uma em cada pé.

Por mais que eu seja um fã da Merrell e do solado Vibram, não dá para imaginar correr uma ultra de 80km com dores chatas como as de bolhas se agravando a cada passo.

Ainda tentarei algumas corridas com eles para ver se crio algum calo que me livre do problema – mas não quero deixar a solução para as vésperas da DUT (ou da Indomit K42, em algumas semanas, que também participarei).

Em algum post antigo, o Jósa, do Endorfine-se, me sugeriu um tênis da Sketchers (o GoBionic Trail, review completo aqui). Procurei, procurei, procurei… mas não achei em lugar nenhum.

Mudei de marca e fui para a linha Minimus, da New Balance. Tem solado Vibram, o que é bom, mas com um grip que considero apenas médio. A parte ruim mesmo é que ele tem um drop de 4mm (e estou acostumado a zero). Mas, na prática, acho difícil que isso realmente atrapalhe.

Vamos ver como ele se comporta nos treinos. Se não funcionar bem, resta torcer para que os pés criem calos nos locais das bolhas para que eu possa voltar ao Merrell que, afinal, está novinho!

Atualização: tanto o Jósa quanto a própria Sketchers me mandaram links para lojas vendendo o GoBionic Trail (no que agradeço imensamente a ambos!). Desisti do New Balance e o comprei agora à noite.

Agora é esperar que ele chegue, arrancar a palmilha para que o drop fique zerado e testar nas trilhas!!

Tênis, biomecânica e as 5 regras para a corrida minimalista

Há anos que corro com tênis minimalistas. Quanto menor o drop e o amortecimento, melhor.

O raciocínio que segui até chegar a esse ponto foi com base principalmente nas esquisitices impostas à biomecânica por estruturas que supostamente “corrigem” as nossas “falhas naturais”. Ou seja: ao inserir borracha o suficiente para alterar o modelo dos pés, se conseguiria corrigir a pisada.

O raciocínio seria até louvável não fosse o fato de que todos os ossos, ligamentos e músculos das pernas para baixo existem justamente para dar suporte aos pés da maneira que eles são – e que qualquer mudança artificial nesse contexto certamente gera mais problemas do que benefícios.

E assim, munido de um punhado de pesquisas e muita convicção, abandonei tênis caros, comprei um par de Vibram Fivefingers e me concentrei na forma. Com 5 regras, diga-se de passagem:

1) Tocar o solo sempre com o peito do pé primeiro, fazendo a pisada servir de alavanca e anulando o efeito físico de freio que ocorre quando se toca o chão antes com o calcanhar.

2) Nunca empurrar o corpo com os pés, forçando-os contra o chão para gerar impulso: ao invés disso, deve-se erguer os pés suavemente do solo usando a força das pernas.

3) Encurtar as passadas, buscando chegar perto das 180 por minuto. Quanto menos tempo o pé estiver no ar, alto, menor será o impacto.

4) Manter postura ereta, apenas levemente inclinada para a frente de maneira a transformar a gravidade em amiga.

5) Usar o movimento dos braços, paralelos ao corpo e dobrados em ângulos de 90 graus, como acelerador natural: para ir mais rápido, basta movê-los mais rapidamente e as pernas seguirão.

Acabei me forçando a me adaptar a essas regras pelos primeiros meses mas, depois, elas se tornaram absolutamente naturais. E o melhor: todas as dores em articulações e lesões evaporaram por completo.

E onde entra o tênis na história? Na minha opinião, correr bem não tem nada a ver com tênis e sim com biomecânica. A questão, no entanto, é que tênis minimalistas, sem amortecimento ou drop, ajudam a se correr melhor por puro controle natural de dor. Duvida? Tente correr descalço por alguns metros e você perceberá que é impossível se manter pisando com o calcanhar por muito tempo.

O problema número 2 é que tênis minimalistas e trilhas não combinam tanto. Sem amortecimento, o contato com o solo é maior – assim como os danos causados por pedras e desníveis abruptos demais.

Ainda estou tentando entender como lidar com isso. Correr em trilhas com o Vibram é impossível mas com o Merrell não. Com o Merrell, o incômodo é menor, mas existente o suficiente para que eu comece a questionar por quanto tempo conseguiria suportar.

Mas, enfim, isso fica para outro post. Enquanto isso, como treinar para trilhas inclui muitas ruas em cidades, continuarei alternando entre Vibrams e Merrell para pelo menos me manter sempre o mais “correto” possível.

Joelhos agradecem.

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Dicas dos mestres para enfrentar as trilhas à noite

Quando se está correndo em ambientes urbanos, a noite é apenas um espaço no tempo: há iluminação pública, luzes de carros, semáforos e todo um aparato de iluminação artificial que faz do horário algo absolutamente irrelevante.

Nas trilhas, no entanto, tudo muda. Com montanhas abaixo, céu acima e nada dos lados, você acaba dependendo muito mais de lanternas presas à cabeça e da adaptação dos seus olhos e mente a elas.

Não sei ainda, ao certo, o quanto precisarei de lanternas no DUT – mas vi que elas fazem parte da lista de itens obrigatórios. Assim sendo, não custa nada buscar dicas com mestres como Fernanda Maciel, Seb Chaigneau, Jared Campbell e Kilian Jornet. Certo?

 

 

 

Cansaço no regenerativo, biomecânica e joelho

Até alguns meses atrás, dificilmente eu fazia treinos de menos de 1h30. Pudera: como o esforço era quase sempre o mesmo, treinos “intensos” acabavam se confundindo com regenerativos em uma espécie de monotonização dos ritmos.

Nessa nova fase, em que estou buscando dividir bastante paces fortes de trotes, os efeitos já começaram a se mostrar. Hoje, por exemplo, a planilha marcava um regenerativo depois de um dia com intervalados bem intensos ontem. Separei 1h30, habituado pelo passado.

1h30? O cansaço começou a bater antes, deixando claro que estava já passando a barreira da recuperação ativa e cansando um pouco mais músculos já cansados. Acabei cortando alguns minutos e chegando a uma conclusão importante: tempo e esforço, bem dosados, tem que compor juntos um treino de médio e longo prazo. Explico: se o esforço foi grande no dia anterior, então tanto esforço quanto tempo tem que ser menores no dia posterior para viabilizar a recuperação. Parece óbvio, eu sei. Mas nem sempre essas obviedades pulam à nossa frente quando estamos focados em aumentar rodagem e se preparar, principalmente no lado mental, para maiores distâncias.

Mas o que realmente está me incomodando nem é isso. Por conta da transição para as trilhas, tenho corrido o tempo todo – exceto hoje – com a mochila de hidratação.

E já estou até adaptado a ela, acho. O problema é que a minha biomecânica ainda não entendeu o que está acontecendo.

De repende, mudo meu centro de gravidade ao adicionar alguns quilos nas costas. Mudo pisada, assumo novas dores, corrijo postura.

Depois os quilos somem por um dia – e a adaptação feita tem que ser instintivamente desfeita para que volte ao estado anterior.

No vai e vem, terminei o dia com uma dor chata no joelho esquerdo que já ne acendeu a luz amarela. Nunca tenho dores em joelhos, que costumam ser sinal de problema no tipo de pisada. Se elas apareceram agora, certamente tem a ver com esse processo de adaptação biomecânico.

Preciso pesquisar um pouco mais sobre isso, mas está claro que um esforço consciente maior é necessário para forçar o instinto a adaptar a pisada dependendo do peso extra carregado.

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Mochila de hidratação, parte 2: Kalenji e Quéchua

Achei uma Kalenji velha, pequena, jogada em um armário de casa. Há algum tempo, quando comecei a frequentar a USP, comprei essa mochila para não depender de paradas em bares interrompendo treinos.

Meses depois, parei de usar: o peso extra era simplesmente desnecessário para quem estava treinando para provas de rua.

Agora parece que a utilidade voltou.

Ainda com as costas doloridas pelo uso da mochila da Salomon, vesti a Kalenji e saí para o Ibira no domingo passado. Faria a trilha que, apesar de mais lisa e plana do que o calçamento das redondezas, pelo menos tinha o aspecto mais rústico que estou buscando nessa nova fase de desafios.

A Kalenji parecia grudada às costas. Nada de peso extra se esfregando incessantemente nos ombros, me lembrando do puro desconforto do sábado anterior.

Passei um pouco de vaselina nos peitos: lembro que, em um longão que fiz com ela no passado, as alças de telinha se esfregaram tanto na parte da frente que os mamilos quase saíram sangrando.

Apertei mais, fiz ajustes, procurei quase transformar corpo e mochila em um único ser.

Não vou dizer que ela estava tão perfeita que cheguei a me esquecer de sua existência: isso seria mentira. As alças ainda incomodaram um pouco o peito e a mudança na biomecânica foi notória.

Mas o alívio em relação à Salomon foi tamanho que quase posso dizer que gostei da experiência como um todo. Tudo – do barulho da água chacoalhando à sensação de estar encontrando alguma paz com o equipamento necessário para a DUT – parecia se encaixar bem na mente e no corpo.

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Só que a Kalenji ainda não era a solução: ela era pequena demais para uma ultra, incapaz de comportar os equipamentos necessários para os 80km de trilha pelas montanhas portuguesas.

Mas já serviu para eu começar a me acostumar com o peso extra preso às costas, forçando uma adaptação.

Na segunda seguinte comprei a Quéchua RaidTrail 12L para já cruzar essa ponte e resolver o problema em definitivo. Enchi o reservatório de água, coloquei mais alguns pesos extras e saí para a rua em um treino de intervalados somando pouco mais de 10k.

Tudo bem que não se acostuma a peso extra assim, da noite para o dia – mas o nível de conforto foi outro.

Ela ficou colada ao corpo o tempo todo, sem telas se esfregando nos peitos ou alças nos ombros. Em outras palavras: os dois pontos negativos dos dois modelos anteriores foram sumariamente eliminados.

Agora é questão de sair mais às ruas, praticando mais e agilizando a curva de adaptação.

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Apanhando do Garmin Forerunner 620

Que eu teria problemas com a mochila de hidratação, tudo bem. Já meio que previa isso devido à falta de experiência, mas as dicas que tenho recebido por aqui e pelo Facebook tem ajudado BASTANTE.

Mas se tem uma coisa que não esperava era encontrar problemas com o Garmin Forerunner 620 – novinho – que passei a utilizar.

Em resumo:

Na primeira semana, tudo correu bem. Apanhei um pouco da usabilidade, que achei BEM inferior que a do Adidas Smart Run, mas nada que fosse crítico.

Aí fui atualizar o calendário de treinos. E tudo travou na tela abaixo:

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A tela simplesmente congela aí, sem atualizar absolutamente nada.

Reiniciei o Garmin. Nada.

Restaurei às configurações de fábrica. Nada.

Desinstalei e reinstalei o Garmin Express. Nada.

Desinstalei e reinstalei o Garmin Communicator Plugin. Nada.

Fiz diversas combinações loucas com os itens acima. Nada.

Fui ao fórum da Garmin e bingo: lá encontrei incontáveis depoimentos de corredores com o mesmo problema desde o começo do ano. A resposta da Garmin? Apenas a promessa (dada em fevereiro) de que resolveria essa questão no abstrato prazo descrito como “futuro próximo”.

Fiz um pedido de suporte lá e estou aguardando.

Foram R$ 1.700, aproximadamente, que estão começando a pesar bastante.

Movido por uma esperança quase religiosa, fui checar o meu Smart Run que havia quebrado depois da Comrades – e não é que ele estava funcionando? O carregador voltou ao normal, os sensores ganharam vida e tudo está perfeito com ele. Tudo bem: a bateria ainda é ruim. Mas uma bateria ruim é bem melhor do que um relógio quebrado, certo?

Ainda vou esperar alguns dias pelo retorno do suporte do 620 – afinal, a esperança é a última que morre. Se não rolar… enfim, jogarei a toalha, acionarei a garantia para pegar o dinheiro de volta e darei o caso por encerrado. Relógio para quê, afinal? :-(

Sofrendo com a mochila de hidratação

Sábado, dia de voltar à USP.

Desta vez, no entanto, o estilo seria outro: nada de alternar caminhada com corrida – essa era a estratégia de Comrades – e nada de ir apenas com uma garrafinha de água na mão.

Hoje, em um longão de pouco mais de 22K, precisaria acelerar o pace e encaixar algo na casa dos 5’30 a 5’40 como média, incluindo um tiro forte na Subida do Matão.

E mais: levando comigo uma mochila de hidratação que, nessas próximas semanas, deve se tornar minha melhor amiga.

O começo da amizade, no entanto, não foi dos melhores. Sendo direto: odiei cada segundo correndo com a mochila que, mesmo apertada contra o corpo, cismava em balançar e se esfregar nos meus ombros causando uma dor que só piorava.

Agora, escrevendo pós corrida, estou queimado nas costas como se tivesse passado horas sob o sol do Nordeste.

Concentração? Quase impossível. Consegui correr bem no começo e dar o tal tiro na subida – mas, depois disso, a dor era tamanha que por pouco não joguei a mochila fora e peguei um taxi de volta para casa.

Ok…. isso é péssimo. Como vou resistir a uma ultra de montanha, onde mochilas são itens obrigatórios, se quase tive um treco correndo míseros 22k com uma??

Alternativas que pensei:

a) Usar camisas com golas mais longas, estilo tartaruga, fazendo o contato das alças com a pele impossível

b) Me acostumar, queimando um pouco mais até fortalecer o couro

c) Comprar outra mochila

Para o próximo sábado tentarei a alternativa “a” – afinal, a “b” soa dolorosa demais e a “c” cara demais.

Hora também de mergulhar na Web atrás de dicas de outros corredores, o que sempre me ajudou no passado.

Enquanto isso, é hora de passar uns 3 ou 4 galões de hidratante nas costas e torcer para que a dor passe logo!

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Merrell Barefoot: o tênis perfeito?

Há anos que fiz a transição para tênis de estilo barefoot – os ultra minimalistas com drop zero. No início, corria com Vibram FiveFingers, que até hoje considero um dos melhores do ponto de vista educativo.

Sem praticamente nenhuma estrutura, funcionando mais como uma luva do que como um tênis, o Vibram meio que força o corredor a adotar uma postura mais correta, pisando com o peito do pé. E isso fez maravilhas para mim, eliminando, por exemplo, as (então) sempre presentes dores no joelho após períodos mais longos na rua.

Que fique claro: o milagre não é feito por nenhum tênis, mas sim pela adoção de uma postura biomecanicamente correta. O tênis, no entanto, ajuda com um empurrãozinho importante.

Mas o Vibram tinha dois problemas: a falta total de estrutura começa a incomodar em distâncias mais longas e, claro, a sua aparência exótica rende comentários e olhares desnecessários e “desconcentradores”.

O que havia de alternativa? Fuçando na rede, acabei descobrindo a marca Merrell, que uso faz bastante tempo.

O solado é duro e resistente como o do Vibram, sendo inclusive fabricado pela mesma empresa; há alguma estrutura, embora pouca; o cabedal (parte da frente) é bem grande, dando espaço aos dedos e evitando de bolhas a unhas pretas; e o drop continua sendo zero.

Em outras palavras: é o Vibram sem nenhum dos seus problemas.

Já usei o Merrell Barefoot em maratonas e nas duas ultras que fiz, Two Oceans e Comrades: ele foi perfeito. Mesmo as dores no pé (por conta da falta de amortecimento) nos 90K em asfalto da Comrades não foram nada considerando que joelhos e articulações como um todo saíram praticamente ilesos.

A dúvida agora seria usar ou não os Merrells nas trilhas. E, pensando no caso, acabei lendo o nome inteiro do modelo que tenho, o que trouxe uma resposta óbvia: Merrell Barefoot Trail Glove.

O grip e a resistência do solado Vibram realmente são indiscutíveis – e creio que isso seja 90% do que um tênis de trilha precise. Certo?

Para falar a verdade, minha total falta de experiência fora do asfalo me impede de dar uma resposta mais segura. Mas uma coisa é certa: estou prestes a descobrir!

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Testando o Garmin Forerunner 620

Fiz todo o processo de treinamento para a Comrades com o Adidas SmartRun – e, para falar a verdade, não tenho muito do que reclamar. A usabilidade é perfeita, a tela touch é incrível e o GPS funciona bem. A app MiCoach, por sua vez, é provavelmente das melhores do mercado, com treinamento em tempo real passado pelo relógio ou, para quem preferir, pelo iPhone.

Mas há dois problemas do SmartRun: o tempo de bateria, que é pequeno (pouco mais de 4 horas em uso), e não ser à prova d’água.

Para completar, o sal do suor que ficou no pulso durante as quase 11 horas de Comrades danificaram um pouco o carregador, me forçando a mudar de relógio para essa nova fase.

O que precisava era relativamente claro: algo tão funcional quanto o SmartRun, mas preferencialmente à prova d’água, com mais tempo de bateria e com um formato mais fácil para compartilhar minhas planilhas de treino com meu novo treinador, o Ian, que vive na Inglaterra. E, assim, acabei pegando um Garmin Forerunner 620.

Primeiras impressões? Para quem estava habituado à fantástica usabilidade do SmartRun, ele frustra. O touch é meio esquisito (algo na linha de um Palm antigo comparado a um iPhone), os comandos são muito pouco intuitivos e há a necessidade de se baixar uma app no computador para que ele funcione.

Mas os pros realmente pesam para quem pretende treinar a distância e passar horas nas trilhas: a bateria é incomparável. Enquanto o SmartRun dura cerca de 24 horas (se inserir uma corridinha de 1 ou 2 horas no meio tempo), testei o Garmin hoje e quase não há sinal de mudança no status de sua carga.

Fora o fato de ser também à prova d’água e de não ter os sensores cardíacos no pulso – o que acabou danificando o aparelho – ele tem a função de LiveTracking. Para trilhas, é perfeito: permite que amigos e familiares possam acompanhar o local exato em que eu estiver ao vivo, por meio de um mapa dinâmico. Ainda não testei, mas não há motivos para acreditar que não funcione.

Bom… já enviei meu calendário montado para que o meu treinador acompanhe (o link público é http://connect.garmin.com/proxy/calendar-service/export/a102844501cd42a59d0d3c811bc143ff). Por enquanto, ele tem apenas uma semana de treinos que recebi dele – mas vou complementando na medida que for recebendo mais.

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