Ultra Estrada Real: Trecho a Trecho (Trecho 5, final)

Hora de terminar a prova! A essa altura, a noite já deverá estar sobre as nossas cabeças (ou, pelo menos, chegando lá). Por outro lado, será o trecho mais curto e percorrido inteiramente sobre asfalto (embora quase todo em subida), na estrada efetiva que ainda hoje liga essas duas cidades.

Chegaremos enfim a Ouro Preto, finalizando a corrida na principal praça da cidade e comemorando essa viagem por um dos mais importantes períodos históricos do nosso país!

Trecho 5: 12km de Mariana a Ouro Preto

Todo o trajeto entre Mariana e Ouro Preto é feito por estrada asfaltada, o que requer uma maior atenção dos praticantes. No caminho, passa-se pela Mina da Passagem, parada obrigatória para conhecer a única mina de ouro do Brasil aberta para visitação.

O trecho termina na cidade de Ouro Preto, antiga capital de Minas Gerais. Ouro Preto une um elo de aprendizado entre o civismo e a História de Arte, reconhecido pela UNESCO como Monumento da Humanidade. Nesta esplêndida cidade, com seus magníficos casarões, belas ladeiras e muita história pra contar.

Atenção!! Neste trecho não tem marcos instalados!

Conteúdo extraído do site: http://www.estradareal.tur.br/caminhos-trechos_1_21

IMPORTANTE:

Faça download e leve consigo os mapas, perfis altimétricos e planilhas de navegação de toda a prova. O link direto para isso é https://rumoastrilhas.com/ultraestradareal/o-percurso/

Ponto no percurso:

trecho5

Ultra Estrada Real: Trecho a Trecho (Trecho 4)

Os menores povoados, pontos de descanso dos viajantes do século XVIII, já estão ficando para trás. Nesse trecho começamos a nos aproximar do primeiro grande centro, Mariana, uma das mais icônicas cidades do ciclo do ouro mineiro.

Trecho 4: 18km de Camargos a Mariana

O percurso é por estrada de terra que se encontra em boas condições, cercada por gramíneas e com um mar de morros no seu trecho inicial, sendo que, após alguns quilômetros, a mata circundante passa a ser bem densa e formada por árvores altas, deixando a estrada mais fechada e bonita. Porém, como um todo, ela pode ser caracterizada como plana de leves subidas.

O fim do percurso é na cidade Mariana, que já foi a primeira capital das capitanias de Minas e São Paulo, título que perdeu em 1740, para Ouro Preto devido sua maior importância econômica. A admirável cidade apresenta um acervo riquíssimo das mais belas obras do barroco mineiro.

Conteúdo extraído do site: http://www.estradareal.tur.br/caminhos-trechos_1_20

IMPORTANTE:

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Ponto no percurso:

trecho4

 

Ultra Estrada Real: Trecho a Trecho (Trecho 3)

Quase uma maratona depois, o cansaço certamente já começará a se fazer presente. O ponto positivo é que teremos também bebido vistas incríveis e já estaremos plenamente dentro do espírito da corrida como um todo, preparados para encarar o que vier para a frente.

Trecho 3: 18km de Santa Rita Durão a Camargos

De características bem marcantes, a estrada entre as cidades é boa, em grande parte plana, larga e com vegetação rasteira, sendo completada com algumas descidas e subidas leves, nada preocupante, sendo que, após Bento Rodrigues, a estrada passa a ser mais estreita e com subidas e descidas mais fortes.

Durante o caminho o viajante passa pelo povoado de Bento Rodrigues, que tem como um dos seus atrativos a igreja do Rosário, na qual apresenta um imponente altar todo construindo em madeira.

O fim do percurso é no pequeno vilarejo de Camargos, fundado em 1711, com a descoberta de um ribeirão aurífero. Possui uma igreja de chamar a atenção, com uma magnífica escadaria de acesso, além disso, devido a sua localização, no alto de um morro, possui uma vista de encher os olhos. 

Conteúdo extraído do site: http://www.estradareal.tur.br/caminhos-trechos_1_19

IMPORTANTE:

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Ponto no percurso:

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Ultra Estrada Real: Sobre passaportes e certificados

Muitos corredores tem me perguntado sobre a questão da retirada de passaportes e certificados. Bom… como correremos precisamente entra a Sexta-Feira Santa e a Páscoa, já era de se imaginar que nem todos os estabelecimentos funcionariam como em dias úteis normais.

Mas conseguimos algumas informações do Instituto Estrada Real que podem ajudar. Vamos lá:

Passaportes: 

Quem quiser o certificado de conclusão, como comentamos aqui, deve retirar o passaporte de peregrino da estrada mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível ou agasalho. Isso deve ser feito na sexta-feira, entre 15:00 e 18:00, na Praça Tiradentes, número 4 – Ouro Preto.

Se você não estiver em Ouro Preto nesse dia e hora, pode combinar com algum amigo que for lá. Falei agora há pouco com a Daniele Teixeira, do IER, que me confirmou que uma pessoa pode retirar o passaporte para outra. 

A propósito: os passaportes são nominais – todos os que se inscreveram já tem um aguardando em seus nomes, caso queiram.

Carimbos:

Para termos o certificado de conclusão, precisaremos de 3 carimbos de passagem. O último pode ser dado diretamente em Ouro Preto, na retirada do certificado – mas dois deles precisarão ser feitos ao longo da corrida. Esses carimbos poderão ser dados em 2 das cidades do caminho – Catas Altas e Mariana. Abaixo estão os endereços de cada um dos pontos:

Em Catas Altas: 

  • Centro de Atendimento ao Turista: Rua Monsenhor Mendes, 26 – Casa da Cultura (das 8 às 17, mas fecha para o almoço). Contato local: Márcia Martins, no 31-3660-2003
  • Pousada Ecopousada Escarpas do Caraça: Rua Melquíades Leandro, 1050 – Santa Quitéria (24 horas). Contato local: Alouad/ Cida Saad, nos telefones 31-8397-4654 e 31-3832-7473

Em Mariana:

  • Centro de Atendimento ao Turista: Rua Direita, 91/ 93 (das 8 às 18:30). Contato local: Érica Chaves, no 31-3558-2314/ 1062
  • Pousada Contos de Minas: Rua Zizinha Camello, 15 – Centro (24 horas). Contato local: Beatriz, no 31-3558-5400.
  • Pizzaria Dom Silvério: Rua Salomão Ibrahim da Silva, 78 (das 18:30 à 0:00). Contato local: Érica, no 31-3557-2475.

Importante: Há mais do que um ponto nas duas cidades, todos próximos ao caminho – mas apenas um carimbo por cidade será aceito. 

Certificados:

Da mesma forma que os passaportes, os certificados também podem ser retirados por terceiros. O IER não exigiu nada, mas recomendo levar ao menos uma foto do corredor em Ouro Preto, nem que seja digital, no celular, para provar que ele efetivamente esteve lá.

A retirada poderá ser feita entre 9:00 e 11:00 no mesmo local que os passaportes foram emitidos – na Praça Tiradentes, número 4.

É isso aí! Está chegando a hora :-)

passaporte

Ultra Estrada Real: Trecho a Trecho (Trecho 2)

Já chegaremos aquecidos depois de pouco mais de uma meia maratona com uma vista incrível sempre nos acompanhando. Será hora de partir para o segundo trecho.

Trecho 2: 18km de Catas Altas a Santa Rita Durão

De uma bela singularidade, o percurso entre Catas Altas e Santa Rita Durão pode ser dividido em dois momentos. O primeiro é realizado em uma estrada de terra conhecida como “Trilha Parque”, possuindo boas condições e grande parte de seu percurso é plano, facilitando a passagem de diferentes meios de transporte ou mesmo a pé. Já na segunda parte, o viajante se depara com o povoado de Morro d’ Água Quente e até Santa Rita Durão o trajeto passa a ser por uma estrada construída em cima de uma montanha de minério de subidas e descidas, porém não impede o acesso dos praticantes, mesmo sendo a cavalo ou de bicicleta. 

O arraial de Morro d’ Água Quente não apresenta infra-estrutura turística, porém a curiosidade de seu nome, surgido devido às fontes termais que existiam da região, destruídas pelas escavações do ouro, já valem a visita.

Ainda no caminho entre Morro d’Água Quente e Santa Rita Durão, o viajante passa pelo aterro sanitário da região, que já ganhou alguns prêmios por ser exemplo e servir de modelo a outros devido a suas condições ecologicamente responsáveis. Neste ponto também é possível avistar o Pico do Baiano, localizado na Serra de Catas Altas, e que abriga locais para a prática de escalada e outros esportes radicais.

Ao final, o turista chega a Santa Rita Durão, terra do poeta Frei José de Santa Rita Durão. A cidade foi fundada em 1702, e guarda o aspecto pacato das cidades do interior mineiro, além de contar com belos exemplares da arquitetura colonial, como a Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que foi restaurada pelo IPHAN.

Conteúdo extraído do site: http://www.estradareal.tur.br/caminhos-trechos_1_18

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Ponto no percurso:

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Ultra Estrada Real: Trecho a Trecho (Trecho 1)

Nada melhor do que mergulhar no percurso de uma ultra antes de corrê-lo, cozinhando a ansiedade e ficando deixando o espírito mais preparado para o desafio. Por conta disso, farei aqui uma série de 5 posts sobre cada trecho ao longo desta semana – de segunda a sexta, véspera da largada.

Na Estrada Real, correremos uma parte do Caminho dos Diamantes, que passou a ter relevância depois de 1729, quando as pedras preciosas de Diamantina se tornaram importantes para a economia colonial. O caminho inteiro inclui 395km pela Serra do Espinhaço – mas “faremos apenas” 88km dele (em minha opinião, o trecho mais belo de todos).

Trecho 1 (22km de Santa Bárbara a Catas Altas)

Tratando-se de um trecho relativamente plano, o caminho entre Santa Bárbara e Catas Altas oferece muitas opções e curiosidades ao turista que deve sempre estar atento para não se perder, pois há muitos desvios.  

A paisagem do percurso se revela muito bonita, sendo que, em alguns trechos, a vista da Serra do Caraça, ao fundo, é a beleza mais característica. Em determinado local o viajante terá que passar por dentro de uma fazenda, terminando o percurso debaixo de um túnel da linha férrea, e que, logo depois, deverá ser continuado seguindo os trilhos.

No marco 505 é obrigatória uma parada para apreciar o Bicame de Pedra, que é um aqueduto construído pelos escravos em 1792, de 4 metros de altura, onde suas pedras foram postas sob pressão, sem qualquer tipo de concreto, sobre o qual corria água para abastecer as antigas fazendas da região.

O trecho chega ao fim na cidade de Catas Altas, que foi fundada em 1703, a partir da vinda de bandeirantes em busca do ouro e pedras preciosas. Com o esgotamento das minas a cidade viu a sua economia entrar em decadência, até o naturalista Sainte Hilaire sugerir a substituição da exploração do ouro por ferro, que é abundante na região, reerguendo o status local. A cidade abriga um dos mais harmoniosos conjuntos arquitetura colonial mineira, integrado por igrejas e casarões complementados, ao fundo, pela magnífica Serra do Caraça. Catas Altas oferece infra-estrutura turística.

Conteúdo extraído do site http://www.estradareal.tur.br/caminhos-trechos_1_17

Esse será o único trecho de todo o percurso com trilha – uma relativamente pequena, de 2km. O restante será inteiramente percorrido em estrada de terra.

Devemos começar ainda no escuro, às 5:30, então aconselho a todos que levem lanternas (headlamps)!

IMPORTANTE:

Faça download e leve consigo os mapas, perfis altimétricos e planilhas de navegação de toda a prova. O link direto para isso é https://rumoastrilhas.com/ultraestradareal/o-percurso/

Ponto no percurso:

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Checkpoint: No caminho certo

Eu tinha uma meta bem prática essa semana: me sentir “zerado”, com pernas frescas e motivação alta.

A motivação está transbordando – mas não sei se as pernas estão assim tão frescas quanto eu gostaria. Às vezes, no entanto, bate aquela sensação de que, embora nem tudo tenha saído como planejado, o caminho está corretíssimo.

Primeiro, porque consegui me definir quanto a todo o preparo para a largada lá em Minas, na semana que vem: equipamento, nutrição e força de vontade estão perfeitamente equacionados.

E, segundo, porque ignorei um pouco a planilha esta semana e bati os 70km rodados – algo que pode até parecer pouco quando comparado a tempos de outros corredores de ultra ou mesmo aos meus marcos no ano passado mas que, dado o “vale escuro” de onde estou saindo, é perfeito.

Aliás, considerando que tem 90km para rodar daqui a 6 dias, esse volume até que está bem razoável, principalmente quando se leva em conta também que o pace médio está ali, sólido, suavemente mais lento do que os meus ritmos mais intensos mas bem mais confortável e consistente.

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Uma fadiga ainda persiste nas pernas, principalmente em subidas, mas acredito que isso desapareça com a variação do treino da semana que vem (essencialmente composto de muito descanso e alguns tiros curtos) e, talvez, um Flanax para forçar um alívio maior.

A essa altura, há pouco que pode ser feito para melhorar qualquer que seja a condição – o que não é exatamente um problema. Como disse, o caminho em si está certo e agora é confiar e correr.

Conclusões do último longo antes da ultra

Hoje foi um daqueles dias importantes em um treinamento: o último longo antes da largada que, agora, está a menos de uma semaninha de distância.

Minhas principais preocupações eram preparo nutricional (por conta da dieta low carb), cansaço físico e equipamento.

Ponto 1: nutricionalmente, nada poderia estar melhor. Saí de jejum para a corrida (leve) de 2h15 e nem me lembrei de qualquer sensação próxima de fome. Ao contrário, foi como se ficasse mais forte na medida em que o tempo passasse – algo que parece um contrasenso mas que tem a sua lógica. Com o tempo, afinal, o organismo vai ficando mais hábil na conversão de gordura em energia.

A única coisa que me chamou a atenção negativamente foi a sede. Não sei se porque o corpo está retendo menos líquido, mas o fato é que a sensação de sede foi constante. Enfim, aparentemente será algo que precisarei lidar.

Ponto 2: o cansaço físico está mais vinculado aos erros de treino que cometi. Comecei com intensidade demais, atingi meu pico um mês antes do que deveria e passei as últimas semanas forçando uma espécie de “tapering” antecipado seguido de uma escalada gradual em volume. Em outras palavras, estou tentando reparar um estrago que culminou em uma exaustão total há 30 dias. 

Há, claro, aquela insegurança pela redução brusca na quilometragem semanal – algo que faz a mente temer a visão de qualquer ultra. Mas isso é algo que terei que lidar lá, na semana que vem. 

Do ponto de vista de fadiga, as pernas estão melhores e senti um cansaço além do esperado em subidas mais íngremes. Nos últimos km ainda fiquei com as panturrilhas mais pesadas – o que acabou passando depois que mudei o foco e deixei o pensamento voar por frugalidades além da corrida.

De zero a 10, nota 7. Ainda tenho uma semana de ajuste e espero aproveitá-la bem, mesclando treinos com algum descanso. Pouco: a essa altura, estou com a nítida sensação que, se foi o excesso de treino que me derrubou no mês passado, agora pode ser o excesso de descanso que está impedindo uma recuperação mais rápida.

Ponto 3: o equipamento em si sempre é uma preocupação, principalmente em uma ultra meio autosuficiente, onde se deve contar apenas com um apoio mínimo.

Minha mochila é nova, uma RaidTrail de 10L da Quechua. Aguenta 2 litros de água, quantidade que considero ideal, com algum espaço para coisas extras (bateria de telefone adicional, cobertor térmico, pacotes de nozes etc.). 

O único problema é que esse modelo não tem cinto na parte de baixo, o que faz o volume inteiro balançar um pouco. Mas tudo bem: é facilmente administrável. Não vejo problemas aí.

Com o tênis, por outro lado, a questão foi outra. Originalmente usaria um Salomon Sense Ultra, perfeito para trilhas. O problema: o cabedal é muito duro, prendendo os dedos. Na última ultra que fiz, em janeiro, ele foi responsável por evitar muitos escorregões – mas gerou duas bolhas e me fez perder duas unhas.

A opção é um Merrell Ultra, relativamente novo, feito para longas distâncias no asfalto. É a marca que mais curto pela leveza, falta de drop, tamanho do cabedal e resistência. O lado ruim: ele não é exatamente feito para trilhas.

O que fazer então? Bom… como o Merrell está novo, com o solado Vibram praticamente intacto, vou confiar na sua capacidade de grip e optar pelo conforto que proporciona. Como a Estrada Real não deve ter muitas trilhas técnicas (e mais estradas de terra), creio ser uma opção perfeita.

Resumo da ópera, portanto: nutrição perfeita, físico quase lá e equipamento definido.

Tudo a caminho para a Ultra Estrada Real!

  

Ultra Estrada Real: Vans até a largada

Já começo pedindo desculpas pelo prazo apertado, mas somente agora conseguimos articular as vans que sairão de Ouro Preto, na madrugada do dia 4, até Santa Bárbara. 

Na prática, aliás, estamos trabalhando com dois cenários: um micro-ônibus para 25 pessoas ou uma van para 15. 

Tudo depende da quantidade de pessoas que efetivamente confirmarão, então nosso prazo também está apertado.

Por conta disso, já sendo prático, vamos às infos:
 

– A van custará R$ 50,00 por pessoa. Ela poderá parar em cada uma das cidades do percurso mas, até o momento, a lista de interessados inclui pontos em Ouro Preto, Mariana e Catas Altas. 

 – Em seguida, a van retornará até Ouro Preto 

 – O prazo para pagamento e confirmação é até o final desta próxima terça, 31/03. 

Isso é importantíssimo: quem quiser deve fazer o pagamento até esta data, impreterivelmente. 

 O pagamento deve ser feito pelo site do Caminhos de Rosa, outra corrida organizada pelo André Zumzum, no link http://caminhosderosa.com.br/plus/modulos/conteudo/?tac=van 

É isso! 

Dúvidas, por favor mandem email diretamente para ele e para mim nos emails andrepuc_vet@hotmail.com e emailnacorrida@gmail.com

 Hora de correr para garantir o traslado!!

 

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Ultra Estrada Real: Faltam 10 dias!

Hoje já é quinta.

Faltam, oficialmente, 10 dias para largarmos de lá de Santa Bárbara até Ouro Preto!

E, organizacionalmente falando, ainda temos alguns itens a ver – como postos de apoio, mantimentos e as vans até a largada. Essa fase final está demandando uma atençào mais intensa e por isso mesmo ainda não postei novas atualizações aqui no blog.

Até amanhã, no entanto, espero já ter todas as infos referente às vans e posto por aqui, bem como demais questões.

O importante mesmo é que o dia está chegando!

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