Como descer nas trilhas

Resumão desses vídeos:

  1. Alternar de um lado para outro (ao invés de seguir em linha reta) para usar o peso do corpo como forma de se equilibrar
  2. Dar passos minúsculos, permitindo maior controle em caso de escorregões e pisando de forma mais leve no chão
  3. Tocar o solo da maneira mais “plana” possível
  4. Usar a musculatura da coxa nas passadas para melhorar o controle de descida
  5. Evitar tocar o solo sobre pedras (o que é meio óbvio, diga-se de passagem)
  6. Sempre ter em mente o passo seguinte, não o atual
  7. Abrir os braços, deixando-os soltos para dar mais equilíbrio ao tronco
  8. Arriscar alguns saltos quando a gravidade parecer maior que o controle sobre o corpo

Mini-aula:


Vendo o mestre dos mestres, Kilian Jornet, em câmera lenta:

Dicas dos mestres para enfrentar as trilhas à noite

Quando se está correndo em ambientes urbanos, a noite é apenas um espaço no tempo: há iluminação pública, luzes de carros, semáforos e todo um aparato de iluminação artificial que faz do horário algo absolutamente irrelevante.

Nas trilhas, no entanto, tudo muda. Com montanhas abaixo, céu acima e nada dos lados, você acaba dependendo muito mais de lanternas presas à cabeça e da adaptação dos seus olhos e mente a elas.

Não sei ainda, ao certo, o quanto precisarei de lanternas no DUT – mas vi que elas fazem parte da lista de itens obrigatórios. Assim sendo, não custa nada buscar dicas com mestres como Fernanda Maciel, Seb Chaigneau, Jared Campbell e Kilian Jornet. Certo?