Vamo simbora pra Comrades

Um dos (grandes) amigos que fiz na Comrades, o Cracrá, acabou se transformando em cineasta e, já faz algum tempo, transforma suas experiências nas ultras em vídeos.

Este vídeo aqui, abaixo, tem ainda um “algo a mais”: feito na última Comrades, que eu não participei, acabou gerando uma mescla de saudade com ansiedade pela próxima.

Vale ver. E, para mim, rever. E reviver.

Anúncios

Unogwaja: cruzando a África em 3 minutos

Desde a minha primeira Comrades passei a ser um admirador entusiasmado dos Unogwaja: um grupo que rasga mais de 1.700km de bike em 10 dias para largar os 89km da rainha das ultras no décimo primeiro.

Esse ano eles postaram um vídeo sintetizando a jornada. Ei-lo abaixo:

 

 

4 de junho de 2017

Ainda não tenho ideia de como será o ano que vem. Para falar a verdade, tem sido difícil prever a semana que vem nesses dias tão turbulentos! 

Mas há coisas que não mudam há eras, que são certezas com as quais sempre podemos contar e que, portanto, nos dão um certo sossego, uma certa segurança.

Uma dessas coisas é a Comrades, em sua edição de número 92. Quando? 

Em 4 de junho de 2017. 

Não sei se estarei lá – mas ela estará. E, no que depender da minha vontade, nos encontraremos mais uma vez. 

Vídeo: Indomit São Paulo/ São Bento do Sapucaí

Taí o vídeo de uma das corrida mais duras e belas que já fiz. Se alguém estiver pensando em um desafio sensacional pela inigualável Serra da Mantiqueira, recomendo fortemente. 

Até porque, provavelmente, esse é um que eu repetirei em 2017!

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fbombinhasrunners%2Fvideos%2Fvb.289838951129935%2F990101871103636%2F%3Ftype%3D3&show_text=0&width=560

E vamos às maratonas!

Tenho uma relação esquisita com a Maratona de São Paulo. 
Foi minha primeira maratona, lá em 2012. Estava com febre, nariz entupido, dor de cabeça e nenhum preparo físico para encarar o que acabou sendo 5 horas da mais pura tortura. A baixa de energia foi tamanha que nem consegui comemorar direito: por vezes me pego considerando a Maratona do Rio, feita poucos meses depois, como a minha primeira. Do ponto de vista de aproveitamento, pelo menos, a orla carioca certamente foi melhor do que o asfalto paulistano. 

Depois disso acabei participando de mais algumas edições. Nunca fui tão apaixonado pela prova – e por motivos que considero justos. A organização da Yescom é sofrível, a largada é tumultuada até o extremo e o público apoiando é praticamente nulo. Mas nada é pior do que o percurso: em uma cidade com tantos atrativos históricos quanto São Paulo, enfiar milhares de corredores na cotidiana e tediosa USP de sempre e evitar trechos como a Paulista é algo que simplesmente não me entra na cabeça. É como se o evento fosse feito só para constar ao invés de ser encarado como um atrativo de potencial turístico como tem as maratonas de Nova York ou Chicago. 
Mas, enfim, é o que se apresenta. É a oportunidade de correr 42km em um percurso demarcado, com hidratação e em pleno domingo. 
Nesse ano, serão duas oportunidades: a de abril, tradicional no calendário, e a Golden Run, entre o primeiro e segundo semestre, que tende a ser mais organizada. 
Me inscrevi em ambas. 
Como tenho um casamento no feriado de abril, ainda não estou certo de conseguir chegar a tempo na primeira maratona – mas tentarei. No mínimo será uma oportunidade de ouro para eu reencontrar meus amigos de Comrades que provavelmente estarão fazendo seus últimos longões antes de embarcar para Durban. 
A maior esquisitisse da relação com a prova? Ela é, provavelmente, a que menos gosto de todo o calendário de corridas – mas a que mais participo!